Com partidas entre o Cata Cata F.C. e Espartanos, e entre Fúria Normatel e Palmeirinhas, começou ontem o 14º Torneio de Futsal do Sindipetro-NF - Lula Livre no Ginásio Juquinha do Tênis Clube de Macaé (Centro). Hoje, a partir das 19h30, a disputa é entre o Conversa Fiada e o Primos.

Doze equipes se inscreveram para participar. Além destes que tiveram jogos ontem e têm hoje, estão na competição os times  ARTMEQ, Barsemlona, Joga 10, Pré-sal, Submarino, Vikings EQSB.

O torneio acontece até 28 de setembro, com jogos às 19h30 e às 20h30. O objetivo é promover a integração entre os trabalhadores e o sindicato. O evento reúne petroleiros da Petrobrás e da empresas privadas do setor petróleo.

Veja aqui a tabela completa dos jogos.

Veja aqui mais fotos das partidas da noite de ontem.

 

[Foto: Elisângela Martins / Para Imprensa do NF]

Da Imprensa da FUP - A Petrobrás encerra nesta sexta-feira, 14, a campanha falaciosa que impôs o Plano de Cargos e Remuneração (PCR) aos trabalhadores via cooptação, terrorismo e chantagens das gerências. A FUP e seus sindicatos alertaram o tempo todo para os riscos e prejuízos que os petroleiros amargariam com perdas de direitos e insegurança jurídica, se caíssem nessa arapuca.

Aviso não faltou. Exemplos, também não. Decisões judiciais foram claras sobre a inconstitucionalidade do PCR. Os conselhos de classe também se manifestaram sobre os riscos que o plano oferece aos diversos profissionais que atuam no Sistema Petrobrás.

Quem resistiu ao canto da sereia terá seus direitos preservados e não estará exposto à insegurança jurídica do PCR (leia abaixo os esclarecimentos da assessoria jurídica da FUP). Além de um cheque em branco que será usado contra o trabalhador que aceitou vender direitos conquistados coletivamente, o plano foi uma jogada dos gestores para dividir e fragilizar a categoria. Quem caiu nessa armadilha abriu graves precedentes para que novos direitos sejam colocados à venda pela empresa.

Por isso, a FUP parabeniza cada petroleira e cada petroleiro que percebeu o que estava em jogo nessa disputa e escolheu o lado certo da luta. Não se trata só de riscos individuais, mas, principalmente, de riscos coletivos.

A categoria já viveu ataques desse tipo no passado, quando os governos neoliberais também colocaram à venda direitos históricos, como o extraturno do feriado (dobradinha), em 1999, e o ATS, em 2000. Avançaram ainda contra a quinta turma, mas foram derrotados. O mesmo não aconteceu com a progressão automática de nível a cada 12 e 18 meses, que vigorava até 1997, quando os gestores de FHC acabaram com essa conquista. A FUP levou dez anos para recuperar a progressão salarial, ao pactuar em 2007 o Plano de Classificação e Avaliação de Cargos (PCAC), que garantiu o avanço de nível por antiguidade a cada 24 meses.

Não é à toa que a atual direção da Petrobrás está desembolsando mais de R$ 1 bilhão para “comprar” esse direito. Quem aderiu ao PCR e não se enquadrar nos critérios de meritocracia estabelecidos pelos gerentes levará cinco anos para receber um nível. Ao longo de uma carreira de 35 anos, terá direito a sete níveis por antiguidade.

Essa é a verdadeira história do PCR, que os gestores tentaram vender como conto da carochinha. Como “Alice, no País das Maravilhas”, vários petroleiros preferiram escolher o caminho errado, mesmo sabendo que estavam perdidos. Para os que fizeram a leitura correta e resistiram às armadilhas, fica a certeza de que a luta é coletiva, de que novos embates virão e de que a resistência é contra a entrega da Petrobrás.

Não estamos, nem nunca estivemos à venda! Parabéns aos petroleiros que honram o valor e a importância dessa luta. O que está em jogo é a sobrevivência do Sistema Petrobrás, enquanto empresa pública, e a de seus trabalhadores, como classe organizada e detentora de um dos melhores Acordos Coletivos do país.

E agora?

O assessor jurídico da FUP, Normando Rodrigues, esclarece as principais dúvidas dos trabalhadores em relação aos rumos do PCR e do PCAC. Os questionamentos feitos pela categoria refletem o amadorismo e a irresponsabilidade com que o PCR foi gestado, à revelia das representações sindicais, e implementado a toque de caixa. Veja a seguir:

O PCAC ESTÁ NO ACORDO COLETIVO?

Uma das mentiras gerenciais recorrentes acusa o PCAC de não estar protegido pelo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

O PCAC foi negociado e construído em Grupo de Trabalho paritário (Petrobrás e FUP), por mais de dois anos. Quando entrou em vigência, em 2007, foi instituído por "Carta Compromisso", que era condição para assinatura do ACT 2007-2009. Portanto, uma regra anexa ao Acordo Coletivo, desde então incorporada ao patrimônio jurídico dos empregados da Petrobrás.

Com força de ACT, o PCAC oferece segurança jurídica aos trabalhadores, enquanto que o PCR explicitamente submete o trabalhador a qualquer mudança que a Diretoria Executiva resolva fazer, no futuro.

E QUANDO ACABAR O ACT?

O atual ACT terá sua vigência expirada em 31.08.2019. A partir daí, tudo o que acontecer resultará da correlação de forças entre os trabalhadores, ATRAVÉS DE SEUS SINDICATOS, e a gestão da Petrobrás e seus aliados no Governo, no Judiciário e na grande mídia golpista.

Muitos querem fugir à realidade e se iludem com o mito de “garantir os direitos do ACT, na Justiça”. Isso é uma MENTIRA, a qual, no entanto, favorece alguns espertalhões que a vendem.

O futuro do PCAC, da AMS (que o Governo Temer DECLAROU QUERER ACABAR, através da Resolução 23 da CGPAR), da Petros, da RMNR e de todos os demais direitos do melhor ACT da classe trabalhadora brasileira, depende deste embate!

SEM ACT, O PCAC ACABA?

Num cenário de impasse, em que os empregados da Petrobrás fiquem sem ACT, o PCAC passa a ser um direito individual.

Ou seja, sem o ACT, o PCAC passará a ter a mesma força que o... PCR. Com a diferença de que o PCR já pré-autoriza qualquer mudança para pior, e o PCAC não.

Claro, na relação Capital × Trabalho, nenhum direito individual está tão protegido como um direito coletivo, garantido por ACT. Daí a ironia dos gerentes que fazem terror, dizendo que o PCAC, sem o Acordo Coletivo, será frágil: usam isso para vender o PCR, que já é frágil!

O PCR ACABA COM A RMNR? E AS AÇÕES?

Um dos objetivos do PCR é reduzir as diversas tabelas salariais do mecanismo da RMNR a apenas duas. Se essa meta é verdadeira, instituir o PCR e manter a RMNR seria trocar 6 por meia dúzia.

Por sua vez, como a adesão ao PCR pré-autoriza qualquer modificação, nada impede que a regra de níveis e promoções seja modificada para excluir da ascensão funcional o empregado que tenha ações judiciais ou passivos trabalhistas a receber.

Claro, haverá aquele bacharel de plantão a dizer: “Isso seria inconstitucional! Atacaria o direito de petição (Art. 7°, XXXIV, a)!”. A resposta é simples: “Companheiro! O PCR, em si, e seus ‘cargos amplos', já atacam a Constituição (Art. 37, II)! E por isso a FUP entrou com ação de improbidade administrativa contra o presidente, diretores e conselheiros, da Petrobrás.”

EM RESUMO: Todos os direitos do ACT (PCAC; AMS; PETROS, RMNR; 14×21; 5ª TURMA...) dependem do conflito Petrobrás × Sindicatos, marcado para 2019. E o Brasil que sair das urnas, em menos de um mês, definirá esse conflito.

 

[Foto: Reprodução/Nascente]

Trabalhadores e trabalhadoras mais conscientes perceberam que a grande missão nestas eleições é de restaurar a democracia no País. O acirramento do ódio, a banalização da injustiça, a criminalização dos pobres — sobretudo quando negros e negras nas periferias —, e até traços que não eram comuns no Brasil, como a xenofobia, mergulharam a sociedade brasileira deste pós Golpe de 2016 em um caminho perigosíssimo, já trilhado por outras nações, rumo ao fascismo.

Os atentados à Caravana Lula, o assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, a facada em Bolsonaro, os ataques quase diários a militantes sociais, os tiros de borracha em um candidato do PT a deputado estadual no Paraná, a detenção nesta semana de uma advogada negra em pleno exercício da profissão... são tantos os descalabros, perigosamente naturalizados, que nenhum cidadão ou cidadã, minimamente responsável, pode omitir-se.

Faz parte ainda desse pacote de ações que esgarçam a democracia a prisão injusta e política, como entendida até pelo Comitê de Direitos Humanos da Onu, do ex-presidente Lula. Trata-se de uma forma clara de tentar silenciar a vontade da grande maioria do eleitorado brasileiro que gostaria de vê-lo novamente na Presidência da República.

Os ataques à democracia são sempre ataques ao povo, que está na raiz do próprio termo (demo). E não por acaso este cenário golpista no Brasil também está tomado por uma agenda anti-popular, de reformas que cortam direitos, de medidas que congelam investimentos sociais, de adoção seletiva do discurso da austeridade fiscal.

Por isso, o Sindipetro-NF, a FUP e demais sindicatos petroleiros, representantes de uma categoria briosa, politizada e ciente da sua importância estratégica, não vão ficar em cima do muro. Nestas eleições, após o anúncio oficial da substituição da candidatura de Lula, na última terça, 11, estas entidades, assim como a CUT, apoiam a candidatura de Fernando Haddad à Presidência da República, com Manuela d`Ávila como vice, que significa a retomada do projeto de País iniciado pelos governos Lula.

Pelo Brasil, pela Petrobrás, pelo pré-sal, por um País que tem o direito de sonhar com dias melhores.

[Nascente 1057]

O Sindipetro-NF recebeu ontem, da área de SMS da Petrobrás, ponderações acerca de matéria publicada pela Imprensa do NF sobre a exposição de trabalhadores da plataforma P-33 a um forte mau cheiro (aqui).

O sindicato reafirma o incômodo sofrido pelos petroleiros a bordo, que busca ser minimizado pelos representantes da empresa. A entidade admite erro, no entanto, na informação de que teria havido um "rompimento" na tubulação. O correto é que houve um entupimento.

O NF mantém a orientação aos trabalhadores para que enviem mais informações sobre esta e outras ocorrências, acidentes e pendências de segurança nos locais de trabalho, para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Confira abaixo as ponderações enviadas ao sindicato pelo representante da área de SMS da empresa:

Sobre o forte odor

"Não houve odor no casario. Essa informação não procede. Foi localizado nas proximidades da área de descarte. Como informei, tão logo constatado, e complemento que de maneira responsável e diligente, interrompemos o descarte. Foi realizado tratamento químico com uso de biocida nos tanques de carga que possuem água armazenada, tendo sido o descarte de água produzida restabelecido sem anormalidades".

Sobre descarte do tanque de esgoto

"Sobre o esgoto sanitário, não houve mangueira improvisada. Isso também não procede. O que ocorreu foi um entupimento na tubulação de saída do tanque de rejeito. Informei que devido a uso inadequado do sistema de esgoto sanitário, onde foram descartados materiais como trapos, pedaços de corda, entre outros. Foi necessário utilizar um mangote para desviar o fluxo durante a intervenção para abertura das linhas originais para desobstrução. Após intervenção, não foi constatado odor na praça de máquinas e corredores".

Sobre a tubulação

"Em momento algum mencionei rompimento. Disse entupimento. Da forma que ficou traz interpretações equivocadas. Lembrando que no desentupimento foram encontrados trapos e cordas".

 

 

Jaqueline Deister / Brasil de Fato - O Brasil está a menos de um mês das eleições que traçarão o rumo do país para os próximos quatro anos. No meio de um cenário político polarizado e do desemprego atingindo mais de 13 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), partidos políticos apresentam projetos de recuperação econômica do país que passam pela privatização das empresas públicas. Em entrevista ao Brasil de Fato, o diretor do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), Leonardo Ferreira, destaca a importância das empresas públicas para a melhoria da economia brasileira.

Brasil de Fato: A Petrobras é a que mais investe em pesquisa e desenvolvimento e contribui para o Produto Interno Bruto (PIB) do país. Qual o impacto direto de seu funcionamento para a população brasileira?

Leonardo Ferreira: O impacto passa pelo preço do combustível, mas, principalmente, na função social que a Petrobras tem de geração de emprego. Hoje, lamentavelmente, vivemos um alto índice de desemprego, as pessoas estão sem esperança de conseguir trabalho e tudo por conta de falta de investimento na Petrobras. No estado do Rio, temos o Comperj fechado, a falta de investimento nos campos maduros na Bacia de Campos, no Norte Fluminense, onde a cada dia temos quase que 200 mil barris de petróleo a menos por falta de investimento na empresa. Há quase cinco anos, a Petrobras investia no Brasil quase R$ 300 milhões por dia.

Nos últimos dois anos, a ideia de privatização das empresas públicas tem se tornado mais forte. Como destaca a importância do papel dos trabalhadores em defesa das empresas públicas?

Ainda falta consciência para a grande massa de trabalhadores, mas o seu papel é fundamental. Só a unidade da classe trabalhadora vai conseguir enfrentar esse desmonte das empresas públicas que são importantíssimas para o desenvolvimento do país. Em 2008, as empresas que fizeram o Brasil passar ileso pela crise mundial foram os investimentos do BNDES, Caixa Econômica e Banco do Brasil e também o investimento na Petrobras. Por isso que defendemos que as empresas nacionais sejam fortes e funcionem como molas indutoras do país para que possam gerar emprego para toda a nação com o desenvolvimento de toda a cadeia do petróleo.

O Brasil está a menos de um mês das eleições e vive um momento de incerteza e polarização política. Qual a sua expectativa para a composição da Câmara e do Senado para 2019?

Temos hoje o Congresso mais retrógrado e entreguista, o pior desde 1964 que não atende aos interesses do Brasil. É a hora do trabalhador e trabalhadora entenderem que, principalmente na Câmara dos Deputados, chegou o momento de colocarmos pessoas nossas que estejam comprometidas com a causa e as agendas dos trabalhadores. Faltam petroleiro, bancário, professor, metalúrgico, químico, pessoas que de fato levem nossas pautas e demandas para Brasília. O trabalhador não pode anular ou achar que não precisa participar de eleição, ou fazemos uma bancada forte dos trabalhadores, ou serão mais quatro anos de terra arrasada das nossas lutas e demandas.

O próximo presidente do Brasil terá uma árdua tarefa para governar um país com uma população dividida. Para o senhor, quais serão os desafios para o próximo presidente eleito?

Sem investir no povo, em saúde, educação e, principalmente, na geração de emprego, que está diretamente relacionada à segurança pública, por exemplo, não conseguiremos pacificar o país. O papel desse presidente vai ser criar oportunidades para as pessoas. O único projeto que conseguiu fazer com que Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Furnas e todas essas empresas alavancassem a economia do país foi o do ex-presidente Lula que, lamentavelmente, hoje sofre uma perseguição. Acredito que ou é a candidatura do ex-presidente, ou, na ausência dele, é o Fernando Haddad para que o país volte a crescer.

 

[Originalmente publicado pelo Jornal Brasil de Fato, aqui]

Imprensa da CUT - O acordo salarial conquistado pelos bancários e bancárias no final de agosto, que garantiu à categoria um reajuste salarial de 5% – reposição integral da inflação e aumento real estimado em 1,18% –, terá um impacto positivo de aproximadamente R$ 10 bilhões na economia brasileira até o final deste ano, segundo levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Segundo a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, os ganhos são fundamentais para a retomada do crescimento, por garantir o poder de compra dos trabalhadores, o que, por sua vez, movimenta a economia.

"Quanto mais direito o trabalhador tem, quanto melhor o salário, mais a economia ganha", afirma Juvandia à repórter Michelle Gomes, do Seu Jornal, da TVT.

"Ao contrário do que alguns candidatos estão dizendo que para ter emprego não pode ter direitos e, isso é um absurdo, na verdade, é quando você tem emprego de qualidade com salário direito é que a economia ganha e gera mais empregos ainda", explica a presidenta.

Desde 2004, os bancários têm conquistado ganho real e, com o novo acordo, o aumento acumulado até 2019 será de cerca de 23% nos salários e 44,7% no piso da categoria.

Do Nascente 1057 - Na semana passada, entre os dias 3 e 6, o Terminal de Cabiúnas recebeu um grupo de profissionais para realização de Perícia Judicial em processo movido pelo Sindipetro-NF, que busca comprovar a exposição ao Benzeno na unidade. 

A perícia foi acompanhada pelo médico do trabalho do sindicato, Ricardo Garcia. Não houve autorização para que um sindicalista também acompanhasse a atividade. Os peritos estão em fase de elaboração do relatório. A entidade, se for o caso, ainda terá prazo para contestar o resultado.
A entidade também busca o levantamento da exposição do benzeno em todas as plataformas da região.

ANP

Na quarta, durante o fechamento da edição do Nascente, a base de Cabiúnas também estava recebendo auditoria da ANP (Agência Nacional do Petróleo e Biocombustíveis). O diretor Cláudio Nunes representou o NF no acompanhamento da auditoria.

A diretoria do Sindipetro-NF convoca os trabalhadores da Saybolt para uma assembleia no dia 18 de setembro, para apreciação e votação da proposta de ACT 2017-2018 apresentada pela empresa.

A Assembleia será na sede do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense situada na Rua Tenente Rui Lopes Ribeiro, nº. 257 – Centro – Macaé – RJ, às 18h primeira convocação, e 18h30 segunda convocação, com qualquer quórum. Veja edital anexo.

Começa hoje, 13, o 14º Torneio de Futsal do Sindipetro-NF - Lula Livre no Ginásio Juquinha do Tênis Clube de Macaé (Centro). Doze equipes se inscreveram para participar: ARTMEQ, Barsemlona, Cata Cata FC, Conversa Fiada, Espartanos, Fúria Normatel, Joga 10, Palmeirinhas, Pré-sal, Primos, Submarino, Vikings EQSB.

A jogo de abertura será às 19h30 entre Cata Cata FC e Espartanos e depois, às 20h30 entre Fúria Normatel e Palmeirinhas. O torneio acontece de 13 a 28 de setembro sempre nesses dois horários.

O objetivo do torneio é promover a integração entre os trabalhadores e o sindicato. O evento reúne petroleiros da Petrobrás e da empresas privadas do setor petróleo.

Imprensa da FUP - A Petros publicou em seu portal os resultados de junho dos Planos de Previdência do Sistema Petrobrás. O antigo PP-1, que, após a cisão, foi dividido em PPSP-R (participantes e assistidos que repactuaram) e PPSP-NR (não repactuados), continua apresentando déficits. 


O PPSP-R - que tem 57.289 participantes, dos quais 9.830 ativos e 47.459 aposentados e pensionistas - fechou o mês de junho com resultado negativo de R$ 5,016 bilhões. Já o PPSP-NR, que possui um patrimônio bem menor e conta com 18.865 participantes (sendo que 1.443 ativos e 17.422 assistidos), apresentou um déficit de R$ 2,873 bilhões.

Desta forma, os petroleiros da ativa, aposentados e pensionistas, que já estão sendo penalizados com taxas extras absurdas decorrente do plano de equacionamento abusivo que foi imposto pela Petros, terão que arcar nos próximos anos com sucessivos déficits e novas contribuições adicionais, penalizando, ainda mais, seus participantes e assistidos.

A FUP sempre afirmou que os problemas do Plano Petros-1 são eminentemente estruturais e que o equacionamento imposto pela Petros não garante a sua sustentabilidade e perenidade. 

Através de seus representantes no Grupo de Trabalho que vem discutindo alternativas para o equacionamento, a FUP apresentou propostas concretas para resolver os problemas de gestão do plano e minimizar consideravelmente o desembolso dos participantes e assistidos com o equacionamento. As alternativas já foram apresentadas ao GT Petros e à diretoria da entidade

A direção da Fundação, no entanto, continua insistindo em um equacionamento injusto e abusivo, que está inviabilizando a vida de milhares de famílias.

Para piorar a situação, a atual gestão não consegue atingir a rentabilidade mínima necessária, aumentando, ainda mais, os novos déficits do PPSP-R e do PPSP-NR.

Mesmo com os participantes da ativa pagando 163% em contribuições extras e os aposentados e pensionistas desembolsando 220% a mais do que já contribuem mensalmente, a diretoria da Petros não consegue sequer melhorar os resultados dos investimentos dos planos.

Esses mesmos gestores, que tentaram transferir para as diretorias anteriores a responsabilidade integral dos déficits do PP-1 e se apresentaram como salvadores da pátria, além de não terem resolvido os problemas do PPSP-R e do PPSP-NR estão agravando ainda mais a situação a que submeteram os participantes e assistidos.

Até quando a Petros vai insistir com esse equacionamento? Até quando seus dirigentes vão ignorar a proposta que a FUP apresentou no GT?

O Sindipetro-NF recebeu denúncia dos trabalhadores de P-33 de que estavam  sofrendo com um cheiro muito forte na unidade proveniente do  descarte de água da produção, o que prejudicava todo efetivo de trabalho e as pessoas que estavam em descanso. Segundo eles, até ontem o problema persistia.

Denunciaram também que a mais de 10 dias estão desviando o descarte do tanque de esgoto, da praça de máquinas, com uma mangueira improvisada, direto para o mar . O que causa um cheiro insuportável em toda praça e nos corredores de dois pisos da unidade.

O Sindipetro-NF já entrou em contato e o SMS que confirmou o problema, mas disse estar em tratamento. O descarte de água foi interrompido e a mesma está passando por tratamento com produtos químicos. Só voltará a ser feito quando a água estiver dentro dos padrões.

Em relação ao esgoto foi confirmado pela empresa o rompimento de uma tubulação, e dito que está sendo feita uma obra, cuja previsão era de terminar ontem.

O NF manterá contato com os trabalhadores para verificar se o problema foi solucionado, mas alerta que esses problemas são fruto do sucateamento que o governo de MiShell Temer tem feito com a Petrobras, para entregar nossa empresa às multinacionais do petróleo a preço de banana.

 

 

No dia 31 de agosto terminava o prazo para extensão do adicional de gasodutos para os demais técnicos extra muros, conforme Acordo Coletivo de Trabalho da Transpetro (ACT). No ano passado foi feita uma carta compromisso com a empresa de que essa cláusula deveria ser acertada esse ano, mas como não houve avanços, a FUP encaminhou documento solicitando extensão do prazo para 31 de agosto de 2019.

Como consta no Acordo, “a Companhia se compromete a desenvolver estudo, em conjunto com as entidades sindicais, e entabular negociação visando a conversão do Adicional de Gasodutos em Adicional Técnico de Dutos, considerando o alcance do adicional e os requisitos para sua concessão, com previsão de conclusão até a próxima data base da categoria”, só que isso não vem acontecendo. Desde que o ACT foi assinado até o momento, a empresa só realizou uma reunião de negociação com a FUP e seus sindicatos filiados. Além de não responder aos ofícios enviados pela FUP, cobrando nova reunião.

De acordo com o diretor da FUP e do Sindipetro Caxias, Paulo Cardoso, “o fantasma do PCR (Plano de Cargos e Remuneração) pode estar impactando nas negociações, mas a categoria tem que separar o joio do trigo caso a empresa venha com essa arapuca tentando resolver este problema”.

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