Da Rede Brasil Atual - O Senado abriu uma consulta pública, por meio da plataforma on-line ecidadania, para que as pessoas opinem sobre o projeto de "reforma" trabalhista, que tramita na Casa. Os números revelam ampla rejeição. Até o fechamento desta reportagem, 25.224 pessoas (95% do total) se manifestam contra a proposta e 1.273, a favor. Em conjunto com a reforma da Previdência, o projeto desencadeou protestos e a greve geral da última sexta-feira (28).

A reforma, apresentada pelo governo Michel Temer (PMDB), sob alegação de necessidade de "modernização", altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em mais de 100 pontos. O Projeto de Lei 6.787, com substitutivo do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), foi aprovado pelo plenário da Câmara em 26 de abril.

Agora como Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38, a proposta foi lida no plenário do Senado ontem (2). O governo tenta conduzir em ritmo acelerado, mas já esbarra na oposição, que quer a matéria em debate nas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A proposta inicial prevê a discussão apenas nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS). Hoje, representantes de centrais sindicais se reuniram com o líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL).

“Estamos falando de aumento na jornada de trabalho para 12 horas diárias. Estamos voltando para a escravidão. A reforma também versa sobre os contratos de trabalho, que serão precarizados”, afirmou a vice-presidente da CUT, Carmen Foro. “É um verdadeiro massacre (…) As pessoas precisam saber quais são os interesses que motivaram cada voto”, diz o presidente da central, Vagner Freitas.

 

Em tempos de "reforma" trabalhista e ameaças à organização sindical, o Dieese divulgou nota técnica na qual enfatiza a importância das entidades de trabalhadores na busca de melhores condições de vida, "novos patamares civilizatórios" e na consolidação da democracia no Brasil. O documento destaca que, historicamente, ainda no século 19, os sindicatos se originam de uma reação a precárias condições de trabalho.

Nos principais países industrializados, as entidades conseguiram reconhecimento institucional a partir do final daquele século. "Desde então, (os sindicatos) têm exercido papel fundamental na organização da classe trabalhadora para a luta por uma sociedade justa e democrática, pressionando pela ampliação dos limites dos direitos individuais e coletivos ainda hoje estreitos em muitos países, entre os quais o Brasil", diz o Dieese, que também é resultado da organização dos trabalhadores – foi criado em 1955, a partir da desconfiança com os índices oficiais de inflação e pela necessidade de contar com um instituto confiável de assessoria técnica.

Um dos marcos do reconhecimento das organizações sindicais, aponta o Dieese, ocorreu com o surgimento da Organização Internacional do Trabalho (OIT), após a criação da Liga das Nações, em 1919. "Nos documentos e convenções da OIT, são reconhecidos os direitos de sindicalização, de negociação coletiva e de greve, instrumentos de afirmação dos interesses dos trabalhadores e do poder sindical." O Dieese também cita o Artigo 23 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovado em 1948 pelas Nações Unidas: "Toda pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para defesa dos seus interesses.

O instituto destaca ainda como resultado de uma ação organizada avanços sociais como a redução da jornada de trabalho – de até 16 horas diárias, no século 18, "para as atuais 8 horas ou menos, na maioria dos países". Aqui, discute-se aumento de jornada.

No Brasil, acrescenta o instituto, a atuação dos sindicatos nos comitês pró-participação popular da Assembleia Nacional Constituinte, em 1988, "contribuiu decisivamente" para que a Carta promulgada naquele ano reservasse o Artigo 7º aos direitos dos trabalhadores, reconhecidos como fundamentais. São 34 incisos.

A nota aponta fortalecimento da negociação coletiva. De 2007 até fevereiro deste ano, foram registrados pelo Ministério do Trabalho aproximadamente 56 mil convenções e 308 mil acordos coletivos, firmados por 65% dos sindicatos registrados no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES), ou 6.007 das 9.202 entidades de trabalhadores no setor privado). São itens dos mais diversos, como salários, adicionais, modalidades de contratação, condições de trabalho, jornada, saúde e segurança e relações sindicais.

Mas, muitas vezes, há dificuldade para implementação do direito conquistado. "A falta de fiscalização, por negligência do poder público ou insuficiência de fiscais para atender todo o território nacional, faz com que o cumprimento da lei e dos Acordos ou Convenções Coletivas nem sempre seja observado", diz o Dieese.

O instituto ressalta também a presença de entidades sindicais em temas nacionais, como a obtenção da política de valorização dos salário mínimo, a partir de uma campanha desencadeada pelas centrais. "Estima-se que 47 milhões de pessoas têm rendimentos – salários ou benefícios previdenciários e assistenciais – referenciados no salário mínimo, o que mostra sua capacidade de dinamizar o mercado interno de consumo e estimular a economia." O Dieese lembra ainda a participação de entidades de trabalhos em conselhos de políticas públicas e de gestão de fundos públicos (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador e Conselho Curador do FGTS).

O movimento sindical também participou de ações como as mesas para aperfeiçoamento das condições de trabalho nos setores da construção civil e da cana de açúcar. Em ambos os casos, foram firmados compromissos nacionais.

De acordo com CNES, existiam no ano passado 11.698 entidades de trabalhadores, sendo 8.755 urbanos (74,8%) e 2.943 rurais (25,2%). O Dieese lembra que, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho, aproximadamente 50 milhões de trabalhadores são representados por essas entidades.

LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA TÉCNICA DO DIEESE

Com informações da Rede Brasil Atual

A Comissão Eleitoral da Petros sorteou na terça-feira, 02/05, os números das chapas dos candidatos que concorrem às vagas de representantes dos participantes ativos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Fundação. A eleição será realizada entre 12 e 26 de junho, quando os trabalhadores escolherão uma dupla de titular e suplente para cada um dos Conselhos, com mandato de quatro anos. 

Os candidatos apoiados pela FUP e por seus sindicatos no Conselho Deliberativo são Rafael Crespo (NF) e André Araújo (BA), dupla de número 47. No Conselho Fiscal, a Federação apoia a dupla de número 51, formada por Arthur Ferrari (RJ) e Fernando Maia (RS).

Ao todo, seis chapas disputam a vaga do Conselho Deliberativo e outras três pleiteiam a cadeira do Conselho Fiscal.

Votação será pela internet e pelo telefone

No período de 12 a 26 de junho, todos os participantes ativos e assistidos da Petros poderão votar pela internet, no Portal Petros, ou por telefone. Pelo portal, basta acessar a Área do Participante, com login e senha, clicar no banner das eleições e confirmar o voto, fornecendo CPF ou data de nascimento.

Quem preferir votar por telefone, será disponível ligação gratuita pela 0800 602 7550. O participante precisará de uma senha específica que será encaminhada pela Petros por e-mail ou pelos Correios para o endereço que consta em seu cadastro.

Somente poderá ser escolhida uma dupla para cada Conselho. Independentemente do número de planos em que o participante esteja inscrito, assim que o voto for confirmado, o sistema impedirá uma segunda tentativa.

O processo eleitoral será acompanhado e certificado por empresa especializada em segurança da informação. A apuração dos votos começará meia hora após o encerramento da votação e será acompanhada por fiscais indicados pelos candidatos. O resultado deve ser divulgado uma hora após o fim da votação.

Candidatos apoiados pela FUP

Conselho Deliberativo – dupla 47

Rafael Crespo, Empregado da Petrobrás lotado em Macaé desde 2006, sempre atuando na área de fiscalização e auditoria de contratos. Tendo diversas especializações na área da previdência complementar, como governança corporativa, Comunicação, Investimentos e Gestão baseada em riscos, controles internos e auditoria, além de estar em certificação pelo ICSS (Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social). Com ampla experiência em negociações corporativas, aos 30 anos de idade, atua em defesa dos petroleiros tanto dentro da corporação, quanto no âmbito institucional. 

André Araújo, 40 anos, é bacharel em Direito, Advogado inscrito na OAB-BA, pós-graduando em Direito Civil e atualmente cursando Ciências Sociais na UFBA. Ingressou na Petrobras em 2004 como Inspetor de Segurança Interna. Em 2011 ingressou na direção do Sindicato dos Petroleiros do Estado da Bahia, onde assumiu o Setor Jurídico a partir de 2014 é responsável pelo Setor Financeiro. Participou do Curso de Previdência Complementar ministrado pela AEPET e tem buscado especialização na área de Direito Previdenciário objetivando melhorar a atuação em defesa dos direitos dos participantes da Petros. 

 Conselho Fiscal – dupla 51 

Arthur Ferrari, Técnico de Suprimentos de Bens & Serviços Sênior, 34 anos Petrobrás, graduado em Administração de Empresas 1996, Consultant Material Management SAP certificate ID1709905 2003, Pós Graduado em Engenharia e Gestão de Processos de Negócios, UFRJ/COPPE2008, MBA Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria, FGV/RJ, 2010. Admissão na Petrobrás como eletricista embarcado UN-BC, e TABG durante 10 anos. Ex-consultor e coordenador de inúmeros projetos de implantação de sistemas integrados de negócio no Brasil e no exterior durante 22 anos. 894 h de docência na UP-RJ e PESA-AR. Orgulho de ser Petrobrás. 

Maia, Técnico em Química, formado na Escola Técnica Federal de Pelotas, ingressou na PETROBRÁS em 1988, como Técnico de operação. Formado em Tecnólogo em Gestão Financeira e Extensão em Previdência Complementar, na Universidade Positivo – Curitiba/PR. Atual Presidente do Sindipetro-RS, em terceiro mandato, tendo sido Diretor Financeiro entre 2005 e 2008. Diretor da FUP desde 2014. Representante eleito pelos trabalhadores para o Conselho de Administração da Refap S.A. no período da reincorporação à Petrobrás, após a desastrosa política de privatização de FHC.

 

 
A diretoria do NF soube que desde a sexta, 28 de abril, não foram disponibilizados os créditos dos Vales Alimentação/Refeição e Vale Transporte dos trabalhadores da Saybolt de Macaé.
 
A diretoria do NF já cobrou providências à empresa através do oficio n° 85/2017 para que os créditos sejam feitos de forma imediata ou que a empresa apresente uma alternativa ainda hoje. A Saybolt alegou problemas com o fornecedor dos créditos, mas para o NF este caso tem que ser resolvido o quanto antes.
 
"A categoria vai trabalhar sem comer e pagar do próprio bolso seu transporte? Em meio aos ataques aos direitos dos trabalhadores que vemos hoje no país esse tipo de prática deve ser repudiada veementemente. São conquistas dos trabalhadores e trabalhadoras da Saybolt que estão em nosso ACT e exigimos uma solução imediata para o caso", ressaltou o Coordenador do Setor Privado, Leonardo Ferreira.
 
Além de Ferreira, o diretor do NF Sergio Borges, que é lotado na base de Imbetiba, onde uma grande quantidade de trabalhadores da Saybolt atuam, está acompanhando de perto a situação.
 
"Já estamos atuando próximo a categoria e se necessário for acionaremos a gerencia de contrato para que se resolva o quanto antes esse caso", destacou o Coordenador do Departamento de Saúde, Sergio Borges.

Imprensa da FUP - Não faz muito tempo, a Offshore Technology Conference (OTC), que anualmente reúne em Houston, nos Estados Unidos, as maiores empresas do mundo de exploração e produção de petróleo no mar, era sinônimo de orgulho para a Petrobrás. Lá, a estatal brasileira foi várias vezes premiada por seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que a levaram a descobrir o Pré-Sal, onde estão concentrados os maiores campos de petróleo da atualidade. Graças aos investimentos que recebeu nos últimos anos, a Petrobrás passou a ser referência do evento, como uma das gigantes do setor e a mais reconhecida nas atividades exploratórias em águas ultra profundas.

Em meio ao desmonte que vem fazendo de tudo o que a empresa conquistou, Pedro Parente transformou a edição deste ano da OTC em um balcão de venda de ativos. Desde ontem (01/05), quando foi aberta a Conferência, ele vem atuando como garoto propaganda, alardeando as promissoras ofertas que a Petrobrás fará "muito em breve", quando pretende colocar novamente à venda os ativos, cuja negociação havia sido suspensa pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e por ações na Justiça, devido a uma série de irregularidades, inclusive a falta de licitações públicas.

Nesta terça-feira, 02, o feirão de Parente continuou. Sua palestra na OTC teve o sugestivo tema “Oportunidades da Petrobras em um novo cenário de petróleo e gás”. O objetivo foi divulgar a cartela de ativos que estarão à venda e atrair os investidores estrangeiros para parcerias em áreas estratégicas, como o E&P e o refino.

Os golpistas já deixaram claro que o principal chamariz para os investimentos estrangeiros é o petróleo. Abriram o caminho para as multinacionais operarem o Pré-Sal, desmontaram a política de conteúdo nacional e agora correm contra o tempo para vender tudo o que puderem da Petrobrás.

As refinarias, que até então, estavam de fora dos ativos ofertados, são a novidade do novo pacote que será anunciado pela empresa. “Refino é importante para a Petrobrás. Mas acreditamos que não é bom para a empresa e nem para o país concentrar 100% do refino nas mãos de uma única empresa”, declarou Pedro Parente ontem na OTC.

Seu objetivo é vender as refinarias aos pedaços, repetindo a estratégia adotada no governo FHC, quando foi ministro do apagão e homem forte dos tucanos no Conselho de Administração da Petrobrás. A fórmula que ele quer repetir é a mesma que aplicou na Refap, quando autorizou a venda de 30% das ações da refinaria para a multinacional Repsol. Uma negociata que lesou a empresa em 2,3 bilhões de dólares e é alvo de uma ação de reparação que já corre há 16 anos na justiça. Os trabalhadores da refinaria sofreram uma série de perdas e levaram uma década para conquistar de volta o direito de serem 100% Petrobrás.

Os petroleiros já viram esse filme e não permitirão que ele seja reprisado. A categoria mostrou mais uma vez a sua força na greve geral do dia 28, deixando claro que não aceitará o desmonte da Petrobrás, nem os ataques aos direitos dos trabalhadores. Que sirva de alerta para o governo Temer e para os gestores da empresa. A cada ativo que colocarem à venda, reagiremos. 

⁠⁠⁠As eleições para a  Diretoria Colegiada e Conselho Fiscal do Sindipetro-NF, mandato 2017-2020  tiveram início no sábado, 29 de abril e segue até o dia 19 de maio.  Para facilitar a participação do petroleiro, as listas de votantes estão completas, com todos os associados, em todas as urnas.

O trabalhador deve escolher um local disponível através do site e votar, naturalmente, apenas uma vez. A entidade adverte que o voto em duplicidade não é aceito nas eleições sindicais, sendo passível de eliminação definitiva do sindicalizado do quadro social. O sindicato mantém um sistema de verificação de duplicidade que identifica quando há má fé no voto que pode levar a sansão prevista no estatuto.

Como prevê o artigo 8º do Estatuto do Sindipetro-NF, o associado que incorrer em voto em duplicidade “está sujeito a advertência, suspensão de até 180 (cento e oitenta) dias e eliminação do quadro social, quando cometer desrespeito a este Estatuto e às decisões da Assembléia Geral”, com o complemento do parágrafo 4º: “O associado que votar em duplicidade no processo eleitoral sindical é passível de eliminação definitiva do quadro social, desconsiderada a gradação a que se refere o Parágrafo anterior, porém observado o direito de defesa e a instrução na qual se comprove a intenção do eleitor pela duplicidade”.

Começou no último sábado, 29, e segue até o dia 19 de maio, a votação nas eleições para a Diretoria e o Conselho Fiscal do Sindipetro-NF para o mandato 2017-2020. Foram disponibilizadas 26 urnas, entre fixas e itinerantes. O edital com os locais de funcionamento foi publicado no site do NF e na edição passada do Nascente.

Duas das urnas divulgadas tiveram o funcionamento ampliado, por decisão da Junta Eleitoral em reunião no último dia 27. Trata-se da urna 14, na saída do refeitório do UTGCab, que funcionará em todo o período de votação, das 7h às 17h30 do dia 29 de abril ao dia 19 de maio, e a urna 22, itinerante dos turnos nas bases de terra, que mantém sua data de instalação no dia 2, mas passa a seguir até do dia 19 de maio.

O site do Sindipetro-NF também publicou as propostas de campanha das duas chapas que concorrem à direção do Sindipetro-NF e ao Conselho Fiscal. As íntegras dos documentos estão disponíveis aqui

A votação acontece com tranquilidade nos pontos de votação. Confira abaixo os locais das urnas e participe:

1. Sede Sindipetro-NF – Macaé - 29/04/2017 a 19/05/2017, de 8h às 18h

2. Sindipetro/NF – Campos - 29/04/2017 a 19/05/2017, de 8h às 17h

3. Medical Center – Campos - 02/05/2017 a 19/05/2017, de 8h às 17h (exceto sábados e domingos)

4. Imbetiba – Entrada, lado esquerdo - 02/05/2017 a 05/05/2017 e de 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30h

5. Imbetiba – Entrada lado direito - 02/05/2017 a 05/05/2017 e de 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30h

6. Imbetiba – Entrada dos Bancos - 02/05/2017 a 05/05/2017 e de 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30h

7. Praia Campista – Entrada Principal - 02/05/2017 a 05/05/2017 e de 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30h

8. Parque de Tubos – Portaria da Igrejinha - 02/05/2017 a 05/05/2017 e de 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30

9. Parque de Tubos – Entrada Principal - 02/05/2017 a 05/05/2017 e de 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30h

10. Parque de Tubos – Portão dos Fundos - 02/05/2017 a 05/05/2017 e de 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30h

11. EDINC – Hall principal - 02/05/2017 a 05/05/2017 e de 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30h

12. Aeroporto Macaé – Saguão entrada - 29/04/2017 a 19/05/2017 das 6h às 17:30h

13. Aeroporto Macaé – Saguão Principal - 29/04/2017 a 19/05/2017 das 6h às 17:30h

14. UTGCAB – Saída do refeitório - 02/05/2017 a 19/05/2017 e de 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30h

15. Aeroporto Farol – Tenda 01 - 29/04/2017 a 19/05/2017 das 6h às 17:30h

16. Aeroporto Farol – Tenda 02 - 29/04/2017 a 19/05/2017 das 6h às 17:30h

17. Aeroporto Farol – Tenda 03 - 29/04/2017 a 19/05/2017 das 6h às 17:30h

18. Aeroporto de Campos – Tenda 01 - 29/04/2017 a 19/05/2017 das 6h às 17:30h

19. Aeroporto de Campos – Tenda 02 - 29/04/2017 a 19/05/2017 das 6h às 17:30h

20. Aeroporto Cabo Frio – Tenda 01 - 29/04/2017 a 19/05/2017 das 6h às 17:30h

21. Aeroporto Cabo Frio – Tenda 02 - 29/04/2017 a 19/05/2017 das 6h às 17:30h

22. Itinerante 01 Turnos onshore:

Roteiro 01: Porto/ 220 / 207 / CCO /Sertel-ETA/Turno-PT – 02/05/2017 a 05/05/2017 e 08/05/2017 a 19/05/2017, a partir de 7h; e

Roteiro 02: Porto (Pier); SCR-CCO; PT - 02/05/2017 a 05/05/2017 e 08/05/2017 a 12/05/2017, a partir de 19h.

23. Itinerante 02 – Setor Privado

Saybolt (base) – 02/05/2017, das 7h às 14h;

Baker Hughes (Lagomar) – 03/05/2017 e 04/05/2017, das 7h às 14h;

Schlumberger/Falcão Bauer - 05/05/2017 e 10/05/2017, das 7h às 14h; e

Halliburton – 11/05/2017 e 12/05/2017, das 7h às 14h.

24. Itinerante 03 – Rio:

FUP – 02/05/2017 a 05/05/2017, das 8h às 17h; e

EDIHB – 08/05/2017 a 12/05/2017, das 7h às 17:30h.

25. CEPE – Cavaleiros -29/04/2017 a 19/05/2017 (11h às 20h de terça a sexta, e 10h às 16h nos sábados e domingos)

26. Itinerante 04 – Estados:

Roteiro 01: Sede do Sindipetro/ES (Vitória) – 03/05/2017 a 05/05/2017 de 8h às 18h;

Roteiro 02: CEPE Birité (Belo Horizonte) – 09/05/2017 a 12/05/2017 de 10h às 15h; e

Roteiro 03: Sede do Sindipetro/BA (Salvador) –15/05/2017 a 18/05/2017 de 8h às 18h.

 

Da Imprensa da CUT - Foram mais de 40 milhões de pessoas que participaram e apoiaram a Greve Geral do último dia 28. Contrários mesmo, lembrou o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, apenas o presidente ilegítimo Michel Temer e sua base de apoio.

Durante o ato deste 1º de Maio, na Paulista, Vagner disse que no próximo dia 4, em Brasília, as organizações dos movimentos sindical e sociais se reunirão para discutir os próximos passos. As alternativas são uma marcha de 100 mil pessoas até a capital federal ou uma nova Greve Geral. Também é possível que ambas as ações aconteçam.

Antes, haverá diálogo com o Congresso. As centrais devem se encontrar nesta terça-feira (2) com a bancada e com o líder do PMDB no Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), além do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para debater o destino da Reforma Trabalhista, aprovada na Câmara.

“Parece que o Senado já entendeu que foi feito um atentado contra a classe trabalhadora. Vamos tratar disso e da necessidade de adiamento da Reforma Previdenciária, especialmente neste momento em que Ibope e Datafolha atestam o que CUT e Vox Populi já diziam: mais de 70% das pessoas são contra as reformas de Temer, o presidente mais impopular da história, que não tem legitimidade e credibilidade”, falou Vagner.

De acordo com pesquisa Datafolha divulgada no último dia 30, 89% reprovam atuação do golpista e 71% são contra a reforma da Previdência. “Volto a dizer a dizer aos parlamentares, o Temer não tem compromisso com popularidade, porque tem prazo de validade, vamos tirá-lo já ou até outubro. Já os deputados e senadores que quiserem continuar vão ter de ter voto e quem votar nas reformas teremos o prazer de divulgar para que não se reelejam em 2018”, alertou o presidente.

Negociação

Vagner Freitas reforçou que a CUT e as demais organizações estão dispostas a negociar com o Congresso Nacional, especialmente o Senado, e resta saber quem os parlamentares ouvirão, as ruas ou Temer.

“Os Senadores vão ouvir a opinião pública ou morrerão abraçados com um governo que já acabou?”, questionou. “Se quiserem entendimento para retirar essas propostas e num momento mais normal trazermos essa discussão para uma mesa de negociação, com um governo legítimo e eleito pelo povo, isso podemos discutir. Queremos eleições diretas já, o Temer não tem condições mais de ser presidente”, falou.

Presos políticos

Representante da Frente Povo Sem Medo e do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, lembrou que há três manifestantes do movimento presos por cometerem o crime da livre expressão.

“Quando um governo perde condição de governar, recorre à repressão e criminalização contra aqueles que lutam. Na última sexta (28), foram detidas varias pessoas e três permanecem presas: Luciano Antonio Firmino, Juraci Alves do Santos e Ricardo Rodrigues dos Santos, ativistas do MTST, detidos sob acusação esdrúxula, sem nenhuma prova, e que permanecem na carceragem do 63º DP. No sábado, o pedido de liberdade foi negado sob alegação da juíza Marcela Fillus Coelho de defesa da ordem pública, algo próprio de regimes de exceção a autoritário que tratam assim os opositores. São presos políticos da greve que amanhã devem ser encaminhados ao presídio e iremos reagir a isso”, alertou.

 

Da Imprensa da CUT - Os atos de 1º de Maio tornaram-se manifestações de repúdio ao governo Temer, com mais intensidade no protesto convocado pela CUT, CTB e Intersindical em São Paulo, com presença das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. Mesmo com dificuldades com o poder público municipal, os organizadores estimaram em 200 mil o número de participantes, entre a Avenida Paulista, onde o ato começou, e a Rua da Consolação, por onde seguiu uma passeata no final da tarde até chegar à Praça da República, na região central, palco de apresentações musicais, que prosseguiram até a noite.

Sindicalistas e ativistas responderam ao governo Temer, que teve alguns porta-vozes falando em "fracasso" da Greve Geral da última sexta-feira. "Fracasso é o seu Temer, é o golpe que ele deu e já está indo por água abaixo", reagiu o coordenador da Frente Povo Sem Medo e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos. "Com mais de 90% de rejeição, (o governo) quer aprovar reformas infames."

Durante a manifestação, ele afirmou que a greve de sexta tem três presos políticos, acusados de agir contra a ordem pública. "Foram presos com acusações absurdas, sem nenhuma prova. Ordem pública é o povo com casa, é trabalhador com direito. Nós é que defendemos ordem pública", disse Boulos. Em referência a uma das acusações contra os militantes – provocar incêndio –, ele respondeu: "Se acham que vão nos intimidar, estão enganados. Agora é que vão ver o que é incêndio".

A presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral, condenou a violência policial e citou a agressão ao estudante ante Mateus Ferreira da Silva, da Universidade Federal de Goiás (UFG), integrante do Centro Acadêmico, sexta-feira, em Goiânia. "Ele foi barbaramente espancado e gravemente ferido", lembrou Carina. "Nós lutamos pelo futuro do Mateus e pelo direito de lutar." E a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, destacou, além desses dois episódios, a invasão ocorrida à sede da entidade, na noite de sexta.

Defensor do impeachment de Dilma Rousseff, o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical e do Solidariedade, também falou em novas paralisações contra as reformas. "Se o governo não entendeu, vai ter mais", afirmou durante a festa da central, na praça Campo de Bagatelle, zona norte da capital paulista. O ato da CSB, no Sambódromo, também na região norte, teve mais críticas ao presidente Temer. "Essa reforma trabalhista vai acabar com os direitos históricos dos trabalhadores, com a Justiça do Trabalho e com o Ministério Público", disse o presidente da central, Antonio Neto. A entidade estimou em 50 mil o número de presentes. Já a Força falou em 700 mil.

O ato de CUT, CTB e Intersindical ocorreu em clima tranquilo, mas teve alguns incidentes. Pela manhã, os sindicalistas não puderam estacionar o carro de som diante do vão livre do Masp, como previsto. Tiveram de parar alguns quarteirões adiante, na esquina da Paulista com a Rua Haddock Lobo, perto de um prédio residencial, o que provocou reclamações dos moradores. "Eu disse ao síndico que isso é culpa do Doria (o prefeito João Doria, do PSDB), não é culpa nossa", afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas. Durante a manifestação, o prefeito foi várias vezes "lembrado" nos discursos.

Outro incidente ocorreu já na passeata pela Rua da Consolação, após os manifestantes deixarem a Paulista, rumo à Praça da República. No início do percurso, a Polícia Militar impediu o acesso de um caminhão de som. Sindicalistas tentaram negociar, chegaram a anunciar um acordo, mas depois informaram que a PM "confiscou" as chaves do veículo, que permaneceu parado, enquanto a marcha continuou. Mais adiante, uma senhora em um prédio provocou manifestantes com um "pixuleco" do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e foi vaiada. Por outro lado, crianças em uma ocupação gritavam "queremos moradia" e "Fora Temer".

Mídia

Vagner destacou a importância do movimento de sexta-feira contra as reformas e o papel da imprensa. "A Greve Geral foi pauta no mundo inteiro, em toda a mídia mundial E a mídia golpista escondeu. Precisamos imediatamente voltar a ter democracia no Brasil e fazer o marco regulatório dos meios de comunicação. Acho que a Greve Geral foi a gota d´água."

Segundo ele, a paralisação mostrou apoio popular e reprovação da sociedade contra as "reformas" da Previdência e trabalhista. "Estamos na ofensiva e temos de continuar. Vamos ocupar Brasília integralmente e não permitir que haja votação de retirada de direitos." Na próxima quinta-feira, representantes de todas as centrais e de movimentos sociais vão se reunir para discutir os próximos passos. Mas amanhã uma comitiva de sindicalistas vai a Brasília conversar com o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), e com a bancada do partido, para articular a resistência na Casa, para onde seguiu o substitutivo de mudança da legislação trabalhista.

Os discursos também defenderam a antecipação das eleições gerais de 2018 para este ano. "Nada funciona no Brasil porque não há credibilidade", disse o presidente da CUT.

O vice do PCdoB, Walter Sorretino, propôs a formação de uma "grande frente ampla para defender a democracia". "Esse governo usurpador colocou o país num grande impasse", afirmou. "Além de retirar direitos, o governo golpista vem aumento a repressão contra os movimentos sociais", acrescentou o presidente nacional do PT, Rui Falcão, também a favor a antecipação das eleições. "Em vez da PEC da Previdência, queremos a PEC das diretas." Também usaram o palco representantes do Psol, PCO e PCR. Entre os políticos presentes, estavam os deputados federais Arlindo Chinaglia, Carlos Zarattini (ambos do PT-SP) e Ivan Valente (Psol-SP), além do vereador paulistano e ex-senador Eduardo Suplicy (PT).

Já na República, os shows começaram com a apresentação do grupo As Bahias e A Cozinha Mineira. "Todos juntos contra a reforma da Previdência", afirmaram, também com homenagens ao cantor e compositor Belchior, que morreu neste final de semana. Depois iriam se apresentar Leci Brandão, MC Guimê e Emicida.

 

[Ato político na avenida Paulista garante liberdade de manifestação, ameaçada pelo prefeito - Foto: Roberto Parizotti]

 

A classe trabalhadora chega ao seu dia sem muito o que festejar.

Muito pelo contrário, 2017 reservou ao proletariado nacional uma agenda opressora e injusta, com (contra)reformas absurdas, como a trabalhista, a previdência e a terceirização predatória, além de uma política econômica que sufoca a massa salarial para garantir uma baixa inflação que alimenta os bancos com a maior taxa de juros do planeta.

Certamente não haverá velas, bolo ou guaraná para celebrar esse dia especial. Não há clima, em meio a um massacre tão injusto, para comemorar, entretanto há, sim, uma grande disposição para luta e resistência.

Disposição essa que pode se espelhar na história: seja nos 100 anos da Revolução Russa, que representa uma vitória marcante da proletariado sobre e aristocracia local, ou na primeira greve geral do Brasil, responsável por avanços importantes da classe trabalhadora numa época de escravidão disfarçada.

Assim, se a elite políticoeconômica tupiniquim resolveu golpear os trabalhadores e trabalhadoras com uma agenda que ampliará a desigualdade social, a resposta veio a altura: com a maior Greve Geral da história brasileira.

E o SindipetroNF tem orgulho de ter participado desse evento memorável com número recorde de Plataformas paradas, alta adesão do corte de rendição no Terminal de Cabiúnas e movimentos de massa nas ruas e nas bases terrestres.

Parabéns, então, a toda categoria petroleira do Norte Fluminense e de todo o Brasil por se defender dos ataques neoliberais internos e externos que o Golpe da dupla Temer/Parente proporcionou.

Por fim, parabéns a todos trabalhadores e trabalhadoras que reconhecem que direitos e conquistas não foram benesses do patronato e sim fruto de muita disputa, no tempo e espaço, por parte dos nossos companheiros e companheira de trabalho.

E um dia do trabalhador e da trabalhadora de muita luta!

Macaé, 1º de Maio de 2017

Diretoria Colegiada do SindipetroNF


A eleição para a Diretoria Colegiada e Conselho Fiscal do SindipetroNF para gestão 2017/20 começou no último sábado, dia 29 de Abril, e vai até o dia 19 de Maio. Nesse período, mais de dez mil petroleiros e petroleiras filiadas poderão exercer o direto do voto para escolher um agrupamento que melhor represente a categoria.
 
As urnas estão espalhadas por todas as bases do Norte Fluminense e algumas cidades do Brasil e seus locais podem ser consultados aqui e aqui.   
 
Conheça melhor as propostas das duas chapas:

Chapa 1 - Democracia e Luta
 
Sindicato presente em todas as bases. Sabíamos que o golpe viria para retirar os nossos direitos. Nos colocamos como ponto de convergência para a união. Vozes foram se somando cada vez mais a medida que deixamos claro qual é o nosso papel. Não temos medo de dizer quem somos e nós temos lado. O seu lado. Nossa luta é pela Petrobrás e por cada petroleira e petroleiro, próprio ou contratado. O sindicato só te serve assim. Somos tão fortes quanto cada um que representamos.
 
Quem tem capacidade pra te representar?
 
A próxima gestão do Sindipetro-NF terá uma missão diferente. Sem prometer terreno no céu, os dirigentes terão que agarrar na unha os direitos que foram conquistados nos últimos anos. Com uma participação e capacidade de organização grande nos locais de trabalho, a Chapa 1 construiu durante anos a presença massiva em todas as instâncias com lado e posição clara. Aventuras apolíticas negam a própria essência de um sindicato. Negam a história e a luta para fazer a voz de milhares ser ouvida como uma só. Trabalhadores da Bacia de Campos conhecem os prejuízos quando alguém que nega a política os representa. O resultado é uma coleção de derrotas e entregas, como acontece hoje na representação dos empregados no CA da Petrobrás, onde tudo está sendo aprovado e sem discussão com a categoria.
 
A Chapa 1 firma compromissos:
 
- Contra o governo golpista!
Defender a Petrobrás e o petroleiro, é defender o Brasil. Seguiremos atuando em nível local e nacional garantindo que nossas demandas sejam levadas tanto para as empresas como para o governo. Sem ocupar os espaços institucionais não conseguiremos avançar em um governo ilegítimo.
 
- Lutar para revogar a entrega do Pré-sal
Revogação do processo que tira o financiamento de saúde e educação pelo petróleo brasileiro, voltando com a obrigatoriedade do conteúdo local como forma principal de gerar empregos e desenvolvimento no setor.
 
 - Combater as contrarreformas
Garantia de seguridade social e previdenciária como direito fundamental do trabalhador, enquanto pressionamos para a reposição dos postos de trabalhos perdidos com novos concursos. Ampliar as condições de segurança e saúde para todos, combatendo inclusive o assédio moral e sexual nos ambientes de trabalho.
 
- Garantir o 14x21
Não abrir mão do direito conquistado de regime de 14x21 para embarcados próprios e sua expansão para o setor privado. 14x21 deve ser direito de todos, não privilégio. Restabelecer o THM de 168 e demais previstos no acordo coletivo com adicional de 100% para horas extras.
 
Defendemos a ação conjunta e nacional, agindo de maneira local para ter resultado geral. Denunciamos o golpe e as reformas. Combateremos o avanço da terceirização, ao mesmo tempo que lutaremos pela melhoria das condições daqueles terceirizados.
 
Experiência de quem construiu o Sindipetro-NF com a renovação de quem está na base e foi forjado na luta.
 
Chapa 2 - Chapa da Categoria

A Chapa 2 da Categoria é uma chapa de corte classista, suprapartidária (que está além dos partidos) voltada para a defesa dos direitos dos Petroleiros, da Petrobras e dos interesses nacionais.

Nossa Chapa é uma chapa plural, composta por grevistas, perseguidos políticos, desimplantados, ex-sindicalistas expulsos da FUP e trabalhadores de várias funções que anseiam por um sindicalismo democrático voltado para a classe petroleira com decisões emanadas da base.

Propomos a ampliação e o fortalecimento do movimento sindical com a eleição dos delegados de base prevista no estatuto desde 2010, e a convocação de assembléia estatuinte com a participação dos delegados e diretores recém-eleitos para mudar os rumos do Sindipetro Norte Fluminense.

Com assembleias regulares em todas as bases, queremos debater com a categoria a situação atual da empresa e do país, as consequências para nós trabalhadores e as estratégias de lutas a serem tomadas para manutenção dos nossos postos de trabalho e direitos.

Muitos petroleiros estão sendo desimplantados, funções e atividades fim estão sendo terceirizadas e continuamos imóveis.

Somos o maior Sindicato Petroleiro do Brasil, e ainda controlamos a maior parte da produção de petróleo e gás, por isso o protagonismo, a responsabilidade e a influência da nossa base são fundamentais para construção da luta em defesa da Petrobrás e da soberania energética do país.

Principais Propostas da Chapa 2:

1. ELEIÇÃO DOS DELEGADOS DE BASE

2. REALIZAÇÃO DE ASSEMBLEIA ESTATUINTE - PAUTAS:

- Eleição da Comissão de Ética pela base;

- Autonomia aos Departamentos;

- Liberação de dirigentes sindicais com rodízio durante o mandato;

- Limite de Mandato Sindical;

- Eleição do Conselho Fiscal independente da Diretoria;

- Calendário Eleitoral definido em estatuto;

- Referendar as filiações às entidades sindicais (Federação, Central e Confederação).

3. PRIORIZAÇÃO DE DEBATES NAS BASES COM CALENDÁRIOS DEFINIDOS (ASSEMBLEIAS E SETORIAIS)

4. FORMAÇÃO SINDICAL E POLÍTICA ABRANGENTE PARA OS NOVOS DIRETORES E DELEGADOS

- Todos dirigentes devem conhecer as principais leis, normas regulamentadoras, estatutos e práticas sindicais para atender e orientar os trabalhadores nas suas bases.

5. UNIFICAÇÃO DA CATEGORIA:

- Pela defesa da Petrobras e do Petróleo Brasileiro;

- Condições de trabalho e direitos iguais para o Setor Privado;

- Independência em relação ao governo e a gestão da empresa;

- Ações políticas no Congresso Nacional com autonomia e suprapartidarismo.

6. ORGANIZAÇÃO D O SETOR PRIVADO:

- Unificação das lutas, demandas e data base;

- Tratamento igualitário a todos associados;

- Convenção trabalhista.

7. FORTALECIMENTO DO CLASSISMO:

- Valorização das decisões de base com transparência e democracia.

8. GESTÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DO FUNDO DE GREVE

9. AMPARO JURÍDICO E ORIENTAÇÃO A TODA CATEGORIA

10. GARANTIA DE CONTINUIDADE DE TODOS OS PROCESSOS JURÍDICOS

A eleição que irá definir a Diretoria Colegiada e o Conselho Fiscal que irão assumir o SindipetroNF na gestão 2017-2020 começou neste sábado, dia 29 de Abril.

Petroleiros e petroleiras do Norte Fluminense poderão votar de hoje até o dia 19 de Maio, em urnas que foram estabelecidas pela Junta Eleitoral eleita pela categoria por Assembléia Geral. A apuração dos votos está marcada para o dia 20 de Maio de 2017.

O pleito do SindipetroNF é um dos maiores do país, tanto em duração quanto em quantidade de votantes. É importante que todo filiado ou filiada procure a urna mais próxima ou conveniente para exercer o direito de voto e participar do processo eleitoral.

São 26 urnas espalhadas por todo Norte Fluminense e algumas cidades do Brasil, como o Rio de Janeiro. Há urnas em locais como: as sedes de Campos e Macaé; o Terminal de Cabiúnas; as bases de terra Imbetiba, Parque de Tubos e Edinc; Os aeroportos Farol de São Tomé, Bartolomeu Lisandro (Campos), Macaé e Cabo Frio e empresas do setor privado. Os locais completos podem ser consultados aqui e aqui.   

Chapas concorrentes

Duas chapas estão inscritas para participar do sufrágio: a chapa 1 - Democracia e Luta, coordenada pelo Técnico de Operações da P-56, Tezeu Bezerra, e a chapa 2 - Chapa da Categoria NF, coordenada pela Técnica Química da UTGCab, Ana Paula Aramuni. Confira, abaixo, a relação das Chapas completa.


Chapa 1 - Democracia e luta

Coordenador: Tezeu Freitas Bezerra

Departamento Administrativo

Alessandro de Souza Trindade

Francisco José de Oliveira

Benes Oliveira Neves Junior

Rosangela Buzanelli Torres

Departamento Aposentados

Antonio Alves da Silva

Antônio Carlos Manhães de Abreu

Francisco Antônio de Oliveira Santos da Silva

Departamento de Comunicação

Tadeu de Brito Oliveira Porto

Marcelo Nunes Coutinho

Alexandre de Oliveira Vieira

Departamento Cultural

Wilson de Oliveira Reis

Guilherme Cordeiro Fonseca

Ewerson Cardoso Junior

Departamento Financeiro

Flávio de Carvalho Borges

José Maria Ferreira Rangel

Rafael Crespo Rangel Barcellos

Departamento de Formação

Conceição de Maria Pereira Alves Rosa

Luiz Carlos Mendonça de Souza

André de Lima Coutinho

Departamento Jurídico

Valdick Sousa de Oliveira

Claudio Rodrigues Nunes

Ricardo da Silva Barbosa Júnior

Departamento de Saúde

Norton Cardoso Almeida

Antônio Raimundo Teles Santos

Sergio Borges Cordeiro

Departamento do Setor Privado

Leonardo da Silva Ferreira

Antonio Carlos Pereira

Jancileide Rocha Morgado - Falcao Bauer

Eider Cotrim Moreira de Siqueira - Schlumberger

Conselho Fiscal

Titulares

1) Magnus Fonseca de Souza

2) Wilson Roberto Fernandes dos Santos

3) Marcos Frederico Dias Breda

4) José Carlos da Silva

5) Samuel Henrique Pereira dos Santos

Suplentes

1) Leny Martins Passos

2) Jorge Tadeu Alcântara da Costa

3) Vitor Luiz Silva Carvalho

4) Marlene do Rosário

5) Mucio Scevola Ferreira Jardim

 

Chapa 2 - Chapa da categoria: Vamos mudar o Sindipetro-NF

Coordenadora: Ana Paula Aramuni Alberto Ribeiro

Departamento Administrativo

Márcio Oliveira da Silva

Elder Manhães Simões

Francisco Sales Pereira Júnior

Luciano Padilha Pains

Departamento Aposentados

Juarez Fagundes Dias

Ermezindo Cabral Marcos

Departamento de Comunicação

Claudio Ferreira da Silva

Roberto Jorjan

Ivana Cristina de Lima Pinheiro

Departamento Cultural

Rodrigo Albuquerque Camargo

Glayson Canciler da Costa

Juliana Schwartz de Castro Becker

Departamento Financeiro

Aledala Miranda Cherene

Gustavo de Carvalho Mendes

Adeildo Pereira dos Santos Filho

Departamento de Formação

Edson Almeida Cordeiro

Jocimar dos Santos Souza

Carlson Magno de Carvalho Barboza

Departamento Jurídico

Edson Martins Lima

Helder Gomes Caixeta

Rosângela Quintanilha Gomes

Letícia Vasconcellos Mothé

Departamento de Saúde

Rogério Borborema dos Santos

Deisemar da Costa Nunes

Erik Schunk Vasconcelos

Claudio Ventura

Departamento do Setor Privado

Washington Pereira do Espírito Santo – Halliburton

Faraday Fernandes Negreiros de Paiva – Schlumberger

Dimas Francisco de Moraes – Halliburton

Conselho Fiscal

Titulares

1) Cícero Figueiró França

2) Eduardo Ribeiro Bastos

3) Aquila de Oliveira Rodrigues

4) Marcos Aurélio Marques Paes Júnior

5) Miguel Santos de Lima

Suplentes

1) Carlos Magno de Souza Candinho

2) Cristiano Carnaval Gouvêa

3) Vanderlei de Carvalho Crus

4) Henry Tárcio Ribeiro Barbosa

5) Fernando Ferreira Figueirôa

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