A diretoria do Sindipetro-NF definiu que suas sedes de Campos e Macaé só funcionarão na segunda, 3, após 12h. O motivo é a realização da festa de posse que acontece no domingo e tanto diretores, quanto funcionários estarão envolvidos.

Os convites estão disponíveis nas duas sedes. O evento será realizado no próximo domingo, 2 de julho, às 11h, no Espaço Hangar (Rodovia Amaral Peixoto, número 7.905, em Macaé).

Somente associados ao sindicato poderão retirar os convites. Cada convite dá direito a duas pulseiras de acesso ao evento.

A nova diretoria do Sindipetro-NF será coordenada por Tezeu Bezerra, atual coordenador do Departamento Financeiro. Confira abaixo a relação dos integrantes da nova Diretoria e do Conselho Fiscal.

Coordenação Geral

Tezeu Freitas Bezerra

Departamento Administrativo

Alessandro de Souza Trindade
Francisco José de Oliveira
Benes Oliveira Neves Junior
Rosangela Buzanelli Torres

Departamento Aposentados

Antonio Alves da Silva
Antônio Carlos Manhães de Abreu
Francisco Antônio de Oliveira Santos da Silva

Departamento de Comunicação

Tadeu de Brito Oliveira Porto
Marcelo Nunes Coutinho
Alexandre de Oliveira Vieira

Departamento Cultural

Wilson de Oliveira Reis
Guilherme Cordeiro Fonseca
Ewerson Cardoso Junior

Departamento Financeiro

Flávio de Carvalho Borges
José Maria Ferreira Rangel
Rafael Crespo Rangel Barcellos

Departamento de Formação

Conceição de Maria Pereira Alves Rosa
Luiz Carlos Mendonça de Souza
André de Lima Coutinho

Departamento Jurídico

Valdick Sousa de Oliveira
Claudio Rodrigues Nunes
Ricardo da Silva Barbosa Júnior

Departamento de Saúde

Norton Cardoso Almeida
Antônio Raimundo Teles Santos
Sergio Borges Cordeiro

Departamento do Setor Privado

Leonardo da Silva Ferreira
Antonio Carlos Pereira
Jancileide Rocha Morgado 
Eider Cotrim Moreira de Siqueira 

Conselho Fiscal

Titulares
1) Magnus Fonseca de Souza
2) Wilson Roberto Fernandes dos Santos
3) Marcos Frederico Dias Breda
4) José Carlos da Silva
5) Samuel Henrique Pereira dos Santos

Suplentes
1) Leny Martins Passos 
2) Jorge Tadeu Alcântara da Costa
3) Vitor Luiz Silva Carvalho
4) Marlene do Rosário
5) Mucio Scevola Ferreira Jardim

 

 

[Da Imprensa da FUP] Cresceu a participação dos petroleiros na greve geral desta sexta-feira, 30. Em todo o Sistema Petrobrás, os trabalhadores aderiram pela manhã à paralisação iniciada à zero hora nas refinarias.

No Paraná, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco e em outros estados, houve bloqueios das rodovias que margeiam os polos industriais. No Paraná, os petroleiros e petroquímicos bloquearam a rodovia que dá acesso às distribuídoras de combustíveis e à FAFEN-PR.

Na Transpetro e nas áreas de exploração e produção, os trabalhadores participam das mobilizações, com atrasos, operações padrão e cortes de rendição em algumas unidades.

Em São Paulo, os petroleiros dos terminais de Guarulhos, Guararema, Barueri, São Caetano e Ribeirão Preto se somaram à greve no início da manhã. Em Duque de Caxias, os trabalhadores do Terminal de Campos Elíseos também aderiram ao movimento. O mesmo aconteceu nos terminais de Uberaba e Uberlândia, em Minas Gerais, no terminal de Brasília (DF), de Senador Canedo, em Goiás, e de Madre de Deus, na Bahia. No Terminal de Cabiúnas, em Macaé, os trabalhadores participam de assembleia agora pela manhã para discutir a participação na greve.

Nas usinas termelétricas Leonel Brizola, em Duque de Caxias, Aureliano Chaves, em Minas Gerais, Fernando Gasparian, em São Paulo, e Luís Carlos Prestres, em Três Lagoas (MS), houve também adesão dos trabalhadores à greve desta sexta-feira, 30.

Na Bahia, além da Rlam e da Transpetro, estão paradas as unidades de produção de Taquipe (Araças, Buracica e Fazenda Bálsamo), Fafen e unidades de Candeias (Op-Can e EVF).

No Espírito Santo, os petroleiros das plataformas P-57 e P-58, assim como da UTGC e da UTGSUL, estão realizando operações padrão e não emissão de PTs. Na sede administrativa de Vitória (Edivit), mais da metade do efetivo não foi trabalhar. ⁠⁠⁠⁠Há também mobilizações em São Mateus do Sul, área de produção terrestre.

No Ceará, os petroleiros também aderiram à greve e estão realizando pela manhã a abertura do congresso regional da categoria, mobilizados em frente à Refinaria de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor), em Fortaleza. Com o tema "Nenhum Direito a Menos: tod@s contra o golpe que privatiza a Petrobrás", o Sindipetro-CE/PI dará continuidade aos debates do congresso no sábado, na sede do sindicato.

Dez refinarias em greve por tempo indeterminado

Todas as refinarias das bases da FUP estão sem troca de turno. A greve teve início à zero hora desta sexta e seguirá por tempo indeterminado, com avaliações diárias da FUP e dos sindicatos.

A paralisação segue forte na Refap (RS), Repar (PR), Usina de Xisto (Six/PR), Replan (Paulínia/SP), Recap (SP), Reduc (Duque de Caxias/RJ), Regap (MG), Rlam (BA), Abreu e Lima (PE) e Reman (AM). Os trabalhadores exigem a suspensão dos cortes de efetivos impostos pelos gestores à revelia das representações sindicais, o que viola o Acordo Coletivo de Trabalho. Na quinta-feira, 29, a FUP ingressou com Dissídio Coletivo de Natureza Jurídica para que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) assegure o cumprimento das cláusulas do Acordo referentes aos capítulos de segurança e efetivos.

 

[Foto: Coordenador geral da FUP, José Maria Rangel, fala em protesto nesta manhã na Reduc / Sindipetro-Caxias]

[Da Imprensa da FUP] Os trabalhadores das principais refinarias do Sistema Petrobrás já estão em greve desde o final da noite de quinta-feira, 29. Os petroleiros que substituiriam às 23 horas o grupo do turno das 15 horas não entraram para trabalhar. Os ônibus que transportam os trabalhadores chegaram vazios às unidades, onde a adesão ao movimento é de 100%.

Das dez refinarias que aprovaram a greve, nove já estão sem trocas nos turnos de revezamento: Repar (PR), Usina de Xisto (Six/PR), Replan (Paulínia/SP), Recap (SP), Reduc (Duque de Caxias/RJ), Regap (MG), Rlam (BA), Abreu e Lima (PE) e Reman (AM). Na Refap (RS), onde os trabalhadores já haviam feito uma greve ao longo desta última semana, a paralisação será retomada na manhã desta sexta, quando as demais bases da FUP se somarão ao movimento.

A greve nas refinarias é por tempo indeterminado, com avaliações diárias da FUP e de seus sindicatos. Os trabalhadores estão em luta para barrar as reduções de efetivos impostas pelos gestores à revelia das representações sindicais, o que viola o Acordo Coletivo de Trabalho. Ontem (29/06), a FUP ingressou com Dissídio Coletivo de Natureza Jurídica para que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) assegure o cumprimento das cláusulas do Acordo referentes aos capítulos de segurança e efetivos.

Nas demais unidades do Sistema Petrobrás, os petroleiros iniciam pela manhã paralisações e mobilizações, somando-se às demais categorias que participam da greve geral convocada pelas centrais sindicais e movimentos sociais para pressionar os parlamentares a rejeitarem as reformas que retiram direitos da classe trabalhadora.

 

Dois atos públicos dos movimentos sociais, com participação do Sindipetro-NF, um em Campos dos Goytacazes e outro em Macaé, iniciaram na madrugada de hoje o dia de protestos na região como parte da Greve Geral Nacional convocada pela CUT e algumas das outras principais centrais sindicais do País.

Em Campos, manifestantes fecharam a BR 356, próximo da entrada para o Assentamento Luiz Maranhão, nas terras da antiga Usina Cambaíba. O protesto começou por volta das 5h e continua nestas primeiras horas da manhã, com encerramento às 8h30.

Em Macaé, o fechamento aconteceu também no final da madrugada, na Ponte da Barra. "A ação está ligada à Greve Geral que acontece hoje em todo país. Não vamos aceitar que Temer e os demais Golpistas entreguem nossos direitos e nosso País. Lutaremos até o fim contra todos esses bandidos que tomaram de assalto nosso Brasil", afirmou o diretor do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, em post publicado na página do sindicato no Facebook.

A Greve Geral Nacional foi convocada para protestar contra as chamadas reformas trabalhistas e previdenciária, além de exigir a saída de Michel Temer do cargo e a convocação imediata de eleições diretas para a Presidência da República.

Indicativos

Para as plataformas da Bacia de Campos, o Sindipetro-NF divulgou ontem o indicativo de realização de assembleias para referendar os compromissos aprovados pelo 13º Congrenf (aqui). No Terminal de Cabiúnas serão realizadas setoriais para debater a greve geral e os compromissos do Congrenf. E nas bases administrativas, o sindicato fará falações também para debater a greve geral e os compromissos do congresso da categoria.

 

 

O trabalhadores da Halliburton reunidos em assembleia hoje, 29, na sede do Sindipetro-NF em Macaé, aprovaram por ampla  maioria o Acordo Coletivo 2016 - 2018. No começo da assembléia, os trabalhadores fizeram um minuto de silêncio em homenagem aos três trabalhadores mortos no acidente da NS-32.

A diretoria do Sindipetro-NF, reunida na tarde de hoje, avaliou o quadro de baixa adesão dos petroleiras e petroleiras do Norte Fluminense, na realização das assembleias rumo à Greve Geral desta sexta, 30, e decidiu redimensionar o indicativo de participação da categoria no movimento.

Para as plataformas, o indicativo é de realização de assembleias para referendar os compromissos aprovados pelo 13º Congrenf (abaixo).

Para o Terminal de Cabiúnas, o indicativo é o de realização de setoriais para debater a greve geral e os compromissos do Congrenf. E nas bases administrativas, o sindicato fará falações também para debater a greve geral e os compromissos do Congrenf.

Os compromissos assumidos no 13º Congrenf

Os delegados e delegadas do 13º Congrenf, o congresso regional da categoria que terminou ontem, em Macaé, aprovaram um conjunto de compromissos que serão defendidos como prioritários na construção da Pauta de Reivindicações e nas lutas gerais dos trabalhadores brasileiros.

Estes compromissos nortearão a atuação dos delegados e delegadas eleitos para o próximo Confup (Congresso da Federação Única dos Petroleiros) e a direção sindical nas suas mais diversas frentes de luta. São esses:

1 - Combater o Assédio Moral

Atuar para apontar as diversas falhas na aplicação dos códigos de ética e conduta da Petrobrás e das chamadas "Regras de Ouro". Denunciar o sistema de consequência da empresa, utilizado para perseguir aqueles que não compactuam com as ações arbitrárias das gerências locais. Denunciar o assédio pelas transferências persecutórias na Petrobrás e na Transpetro. 

2 - Combater a Redução de Efetivo

Denunciar a ilegalidade de mudanças sem respaldo em Normas, Padrões e ACT, como ocorre, por exemplo, com a figura do "Operador Mantenedor". Definir um método para fixar um efetivo mínimo feito pelos petroleiros e petroleiras e cobrar da Petrobrás a sua implementação. 

3 - Combater a Terceirização

Cobrar a retomada imediata das contratações diretas, por meio de concursos públicos. 

4 - Combater a insegurança no trabalho

Manter a extrema prioridade para a defesa da vida. Ser vigilante em relação à integridade das unidades operacionais. Exigir o cumprimento de Normas e Padrões. Apresentar denúncias em órgãos fiscalizadores sobre o atual baixo efetivo nas unidades operacionais.

5 - Combater o corte de direitos

Atuar pelo princípio do "Nenhum direito a Menos", com prorrogação do ACT até a assinatura de um novo acordo, que deverá prever reposição da perda da inflação do período e ganho real de 2,7% (índice de produtividade). 

6 - Cumprimento da Pauta pelo Brasil

Cobrar da Petrobrás o cumprimento das resoluções do Grupo de Trabalho da Pauta pelo Brasil. 

7 - Resistência e Luta

Manter o comprometimento com a defesa dos nossos diretos, da nossa empresa e nosso país, em sintonia com as causas maiores da Classe Trabalhadora. 

8 - Acordo Único Sistema Petrobrás

Não aceitar mesa fatiada de negociações e se comprometer com uma negociação única para o Sistema Petrobrás.

Os delegados e delegadas do 13º Congrenf, o congresso regional da categoria que terminou ontem, em Macaé, aprovaram um conjunto de compromissos que serão defendidos como prioritários na construção da Pauta de Reivindicações e nas lutas gerais das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros.

Estes compromissos nortearão a atuação dos delegados e delegadas eleitos para o próximo Confup (Congresso da Federação Única dos Petroleiros) e a direção sindical nas suas mais diversas frentes de luta.

São os seguintes os compromissos assumidos: 

1 - Combater o Assédio Moral

Atuar para apontar as diversas falhas na aplicação dos códigos de ética e conduta da Petrobrás e das chamadas "Regras de Ouro". Denunciar o sistema de consequência da empresa, utilizado para perseguir aqueles que não compactuam com as ações arbitrárias das gerências locais. Denunciar o assédio pelas transferências persecutórias na Petrobrás e na Transpetro. 

2 - Combater a Redução de Efetivo

Denunciar a ilegalidade de mudanças sem respaldo em Normas, Padrões e ACT, como ocorre, por exemplo, com a figura do "Operador Mantenedor". Definir um método para fixar um efetivo mínimo feito pelos petroleiros e petroleiras e cobrar da Petrobrás a sua implementação. 

3 - Combater a Terceirização

Cobrar a retomada imediata das contratações diretas, por meio de concursos públicos. 

4 - Combater a insegurança no trabalho

Manter a extrema prioridade para a defesa da vida. Ser vigilante em relação à integridade das unidades operacionais. Exigir o cumprimento de Normas e Padrões. Apresentar denúncias em órgãos fiscalizadores sobre o atual baixo efetivo nas unidades operacionais.

5 - Combater o corte de direitos

Atuar pelo princípio do "Nenhum direito a Menos", com prorrogação do ACT até a assinatura de um novo acordo, que deverá prever reposição da perda da inflação do período e ganho real de 2,7% (índice de produtividade). 

6 - Cumprimento da Pauta pelo Brasil

Cobrar da Petrobrás o cumprimento das resoluções do Grupo de Trabalho da Pauta pelo Brasil. 

7 - Resistência e Luta

Manter o comprometimento com a defesa dos nossos diretos, da nossa empresa e nosso país, em sintonia com as causas maiores da Classe Trabalhadora. 

8 - Acordo Único Sistema Petrobrás

Não aceitar mesa fatiada de negociações e se comprometer com uma negociação única para o Sistema Petrobrás.

Diretores do Sindipetro-NF participam na noite de hoje, às 19h30, de um Face to Face com a categoria, uma transmissão ao vivo na página do sindicato no Facebook, para conversar sobre a greve geral de amanhã.

A entidade vai dar encaminhamentos sobre a forma de participação na greve. É muito importante que todos acompanhem e participem da transmissão.

 

Passava das 23 horas da quarta-feira (28/06), quando a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou o relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR) da Reforma Trabalhista por 16 votos a favor, 9 votos contra e uma abstenção. Em seguida, os senadores discutiram e rejeitaram todas as emendas propostas pelos senadores, mantendo inalterado o texto aprovado pela Câmara dos Deputados..

Após mais de 24 horas de sessão, a difícil aprovação do relatório sobre o PLC 38/2017 indica o tamanho da batalha no plenário do Senado, na votação da Reforma Trabalhista, prevista para 5 ou 12 de julho, antes do recesso.

O senador Paulo Paim conclamou a população a fazer “um grito silencioso do Brasil contra as reformas na sexta-feira, dia 30, numa grande mobilização”.

Os senadores e as senadoras da oposição passaram o dia ao microfone, primeiro lendo os votos em separado e depois fazendo uso de todas as intervenções permitidas pelo regimento, sempre denunciando os diversos absurdos presentes na tramitação dessa alteração da legislação trabalhista.

Dentre os temas em debate estiveram as diversas inconstitucionalisdades do projeto e o fato de que o governo impôs à sua base no Senado a obrigação de aprovar a RrfeormaTrabalhista tal como foi aprovada na Câmara dos Deputados, sem nenhuma alteração..

Diante da reação constrangida da base do governo golpista, a senadora Gleisi Hoffmann comentou: “A vergonha é tão grande que os governistas nem tem coragem de comemorar”.

A reunião da CCJ se encerrou às 23h55, após a votação dos destaques (todos derrubados pelo governo), em meio a uma grande confusão. Para garantir o regime de urgência na tramitação da reforma, permitindo o envio imediato do texto para o plenário, o presidente da Comissão, senador Edison Lobão, fez uma votação pro forma, pronunciando a frase: "os que forem a favor permaneçam como estão". Com isso, considerou a urgência aprovada e encerrou a sessão, sob protestos da oposição.

 

VEJA COMO VOTARAM OS SENADORES DA CCJ

Votos SIM:

Jader Barbalho (PMDB/PA)
Romero Jucá (PMDB/RR)
Simone Tebet  (PMDB/MS)
Valdir Raupp (PMDB/RO)
Marta Suplicy  (PMDB/SP)
Paulo Bauer (PSDB/SC)
Antônio Anastasia (PSDB/MG)
Ricardo Ferraço (PSDB/ES)
José Serra (PSDB/SP)
Maria do Carmo (DEM/SE)
Benedito de Lira (PP/AL)
Wilder Morais  (PP/GO)
Roberto Rocha (PSB/MA)
Armando Monteiro (PTB/PE)
Eduardo Lopes (PRB/RJ)
Cidinho Santos (PR/MT)

• Votos NÃO

Eduardo Braga (PMDB/AM)
Jorge Viana (PT/AC)
José Pimentel (PT/CE)
Fátima Bezerra (PT/RN)
Gleisi Hoffmann  (PT/PR)
Paulo Paim (PT/RS)
Ângela Portela  (PDT/RR)
Antônio Carlos Valadares  (PSB/SE)
Randolfe Rodrigues (REDE/AP)

• 1 Abstenção

Lasier Martins (PSD/RS)

A Confederação do Ramo Químico da CUT – CNQ realizará seu VIII Congresso nos próximos dias 12, 13 e 14 de julho, no Espaço Hakka, localizado no bairro da Liberdade, em São Paulo. A programação, em sintonia com o momento atual, terá mesas de debates com importantes lideranças políticas e sociais, entre os quais, o ex-presidente Lula, Jaques Wagner, Guilherme Boulos, Valter Sanches, Renato Rovai e Gilmar Mauro. O evento também marcará os 25 anos da entidade, que inicia agora um processo de transição para CNRQ-CUT, que obteve sua carta sindical em 2015.

“Será um momento de reflexão sobre os enormes desafios que se apresentam aos trabalhadores e trabalhadoras do ramo químico e aos movimentos sindical e social em geral, mas também de celebração dos 25 anos de luta do ramo químico da CUT, organizado em âmbito nacional”, destaca a presidenta da CNQ, Lucineide Varjão.

“Estamos trabalhando para realizar um congresso expressivo, com delegações de todo o país que terão o compromisso de eleger a nova direção e elaborar o plano de lutas do próximo mandato. E queremos que seja um momento agradável, que toque nossos corações e reforce os laços de solidariedade e companheirismo da classe trabalhadora”, pontua.

As mesas de debate serão transmitidas ao vivo pela TVT e poderá ser acompanhado pelo website da entidade e pelas redes sociais.

Confira a seguir a programação:

Dia 12 de julho – quarta-feira

Manhã

9h - Abertura

10h - Mesa Conjuntura Política e econômica, com o ex-presidente Lula e o ex-governador Jaques Wagner

Tarde

14h30 – Balanço do Mandato

16h – Mesa Macrossetor Indústria da CUT e agenda de ações

17h – Eleição e Cerimônia de posse da nova direção da CNQ

Noite

20h – Coquetel e Jantar de Celebração dos 25 anos da CNQ-CUT

 

Dia 13 de julho – quinta-feira

Manhã

9h - Mesa As Políticas do Governo Temer - Reflexos para a Classe Trabalhadora, com Denise Gentil (UFRJ) e ex-ministro Miguel Rosseto

Tarde

14h30 – Mesa Formação Sindical, com Rosane Bertoti (CUT) e a educadora Cleoci Machado

16h – Mesa Organização do Ramo Químico e Políticas Sindicais em âmbito internacional e nacional, com Valter Sanches (IndustriALL Global Union) e Ari Arolaudo (CUT)

 

Dia 14 de julho – sexta-feira

Manhã

9h – Mesa Comunicação Sindical e Social, com Roni Barbosa (CUT) e Renato Rovai (Revista Fórum)

11h – Mesa Relação Movimento Sindical e Movimentos Sociais, com Guilherme Boulos (MTST), Gilberto Cervinski (MAB) e Gilmar Mauro (MST)

Tarde

14h30 – Plano de Lutas

17h – Ato de encerramento

Nesta sexta, 30 de junho, o Brasil vai parar de novo contra as reformas Trabalhista e da Previdência Social. Em Macaé, a Frente de Lutas Macaé convoca a população a participar de um ato na Praça Veríssimo de Mello, com concentração marcada para às 9h e que depois seguirá em passeata até a Barra de Macaé.

"É imprtante o povo ir para a rua agora e dar uma resposta a esse avanço da reforma trabalhista. Se ficarmos parados nesse momento tão importante, daqui a alguns meses, quando tivermos uma realidade de salários baixos e sem direitos, nos arrependeremos de ser tarde demais" - comenta Marcelo Nunes, diretor do Sindipetro-NF

A Frente de Lutas Macaé é composta pelo Sindipetro-NF, SEEB-Macaé, Sinpro, Grêmio Nelson Mandela (CAP/Funemac), CA UFRJ, UP, CUT, CSP Conlutas, CTB, PSOL, PT, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, Coletivo Só Podia ser Preto, UJC e Rede Nac. de Religiões AfroBrasileiras e Saúde.

No dia 30 de junho, estão previstas diversas paralisações a manifestações em todo o Brasil. “Nós estamos numa crescente da luta da classe trabalhadora, a CUT na vanguarda desse movimento, o que nos orgulha muito, nossa vitória na comissão que analisou a Reforma Trabalhista foi simbólica e isso nos anima. Hoje, temos certeza que podemos vencer e derrotar a reforma. Teremos ocupações de rua e grandes greves”, afirmou Sérgio Nobre, secretário-geral da CUT.

Terminou no início da noite desta quarta, 27, o 13º Congrenf - Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense com a eleição dos representantes da Bacia de Campos ao XVII Confup, que acontecerá em agosto em Salvador. Durante três dias, delegados e delegadas debateram temas de interesse da categoria e da classe trabalhadora como a conjuntura nacional. o golpe, as reformas trabalhista e da previdência, saúde e segurança nas unidades nas empresas do setor petróleo e a privatização da Petrobrás.

Estiveram representados no 13º Congrenf, trabalhadores de diversas unidades da Petrobrás, Transpetro, trabalhadores do setor privado, aposentados e pensionistas. Foram essas pessoas que debateram na tarde de hoje propostas da categoria a serem apresentadas no Congresso da Federação e aprovaram moções de repudio e aplausos que serão divulgadas posteriormente no site do sindicato.

Foram quase 30 horas de discussão, que foram permeadas por apresentações de Cordel, descerramento da placa dos 20 anos do Sindipetro-NF (diretoria 2014-17) e o lançamento do livro que também marca esse período histórico da entidade e fica de legado para formação e consulta das futuras gerações. 

 

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