Nesta semana, um diretor do Sindipetro-NF flagrou o embarque de um ventilador na plataforma PNA-2. A situação inusitada chamou atenção e em conversa com os trabalhadores foi identificado que o calor extremo na plataforma é um problema recorrente na unidade e tem atingido aos embarcados.

O sindicato foi até o SMS da empresa, que teria argumentado que há um problema na filtragem dá água de capitação. Mas, segundo os trabalhadores, o problema está em equipamentos do sistema de refrigeração que precisam ser comprados e que não chegaram ainda.

O posicionamento do Sindipetro-NF é claro, de que se por algum motivo o ambiente não tem como ficar habitado, deverá ser desembarcado todo o pessoal que trabalha ou está hospedado nas áreas de calor.

Também pedimos que em PNA-2 e qualquer outra plataforma que sofra com o mesmo problema, denunciem para o Sindipetro-NF e façam uma reunião extraordinária de CIPA que nos é garantido pelo Anexo 2 da NR-30.

Chegou ao sindicato uma denúncia de que gerências da Uo-Rio estão delimitando horários para a alimentação dos trabalhadores e trabalhadoras a bordo.Essa prática além de antiética é ilegal, portanto, o Sindipetro-NF preparou um documento pedindo a punição de todos os gestores envolvidos em tal assédio que, segundo relatos, aconteceram nas plataformas P55 e P53.

 Vale ressaltar que o Sindicato vem denunciando, desde a assinatura dos códigos de Ética e de conduta, que o sistema de consequências implementado por Parente e Cia virou uma ferramenta de assédio institucional que é utilizada para coibir e oprimir aqueles que não cumprem a cartilha da gerência.

Portanto, é uma ótima oportunidade para a empresa mostrar que, efetivamente, o sistema de consequências vale para todos e punir toda a gestão dessas plataformas envolvidas numa atitude que fere, diretamente, o Art 3 da Lei 5811/89.

O ofício que o sindicato irá enviar a empresa está em anexo e, caso não seja resolvido internamente, gerará uma denúncia a ser enviada aos órgãos externos para posterior investigação.

 

FUP -Construir uma agenda comum de luta em defesa da política de conteúdo nacional. Com este objetivo, a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNM/CUT) e o Sindicato Nacional da Indústria Naval (Sinaval) realizaram um encontro terça-feira, 11/01, no Rio de Janeiro, onde discutiram ações conjuntas para garantir que os investimentos do setor petróleo voltem a ser feitos prioritariamente no Brasil, gerando emprego e renda no país e não no exterior, como querem o governo Temer e a diretoria da Petrobrás.

Trabalhadores e empresários apontaram que uma política de valorização da indústria nacional passa necessariamente pela obrigatoriedade de conteúdo local nos contratos da Petrobrás e de outras grandes empresas que movimentam os setores produtivos do país.  “Precisamos discutir propostas conjuntas para enfrentar o desemprego em massa e o encolhimento da economia, causados, principalmente, pelo desmonte que a indústria nacional vem sofrendo no rastro da Lava Jato e dos desinvestimentos da Petrobrás”, afirmou Leonardo Urpia, um dos diretores da FUP que participaram do encontro.

Uma agenda de luta envolvendo vários setores da sociedade civil já está sendo articulada, assim como propostas de debates no Congresso Nacional, intervenções nas esferas administrativas e executivas do governo federal, ações na Justiça, entre outros encaminhamentos. Também está sendo organizada uma frente nacional composta por federações regionais de indústrias, entidades patronais, bem como sindicatos de trabalhadores, federações, confederações e centrais sindicais com o objetivo de realizar debates e ações políticas para enfrentar os problemas do setor.

Na contramão do país, Pedro Parente prioriza os gringos

Após abrir a operação do Pré-Sal para as empresas estrangeiras, os golpistas querem entregar também os empregos e investimentos do país para os gringos. A despeito do desemprego em massa que atinge milhões de brasileiros, a diretoria da Petrobrás convidou apenas empresas estrangeiras para disputarem a construção da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Comperj. Entre as 30 companhias que receberam a carta-convite para o processo de licitação da obra, há norte-americanas, australianas, chinesas, alemãs, mas nenhuma brasileira.

Desde que assumiu a presidência da Petrobrás, Pedro Parente, assim como outros expoentes do governo Temer, vêm se contrapondo ferozmente à política de conteúdo nacional. Uma de suas primeiras providências foi alterar os processos de contratação dos FPSOs que irão operar os campos de Libra e Sépia. Parente quer que eles sejam integralmente construídos no exterior, gerando emprego e renda fora do país. Para isso, solicitou em agosto passado à ANP a liberação da obrigação contratual de cumprimento dos percentuais de conteúdo local pactuados durante a licitação dos campos.

Os cascos das embarcações, por exemplo, passariam a ter 0% de conteúdo nacional, em vez da exigência de 75% a 90% de fabricação nacional, como determinavam os contratos originais. Ou seja, em vez de colocar a Petrobrás a serviço do Brasil, Pedro Parente prioriza a indústria estrangeira, exatamente como fez no governo FHC, quando navios e plataformas eram todos encomendados no exterior.

Ocorreu nesta quarta na sede da FUP, no Rio de Janeiro, a segunda rodada de negociações do ACT dos trabalhadores da Falcão Bauer, entre representantes do Sindipetro-NF e da Falcão Bauer. Na primeira reunião, em 30 de Novembro de 2016, foi apresentada à empresa a pauta de reinvindicações que foi construída através das sugestões da categoria.

"Esperamos que já nessa reunião de hoje a empresa apresente avanços que consideramos necessário para o atendimento ao pleito da categoria. Além da reposição da inflação e do ganho real existe a necessidade de avançarmos na questão do plano de cargos. Sabemos que é uma luta difícil, ante ao momento em que passamos no nosso país, mas o empenho e perseverança na busca de avanços para os trabalhadores e trabalhadoras darão o tom dessa negociação na busca por avanços", ressaltou Leonardo Ferreira, Coordenador do Setor Privado do NF.

Além de Ferreira, participou também da mesa de negociação o  assessor jurídico do NF, Marco Aurélio Parodi.

O Sindipetro-NF tem recebido denuncias constantes de rotatividade de técnicos de segurança nas plataformas da UO-BC. Muitas vezes eles são colocados pela primeira em unidades que não conhecem, até mesmo em ativos diferentes da sua lotação. 
 
O que o NF considera mais grave nessa rotatividade é que os técnicos de segurança são responsáveis por várias atividades de emergência e segurança, para exercer sua função precisam conhecer bem o local de trabalho. Um caso prático que chegou como denuncia para o sindicato foi a de que um técnico de segurança que fez o primeiro embarque em uma unidade onde foi colocado como coordenador da brigada de incêndio, ou seja, o TS não conhecia a unidade e nem suas áreas e, mesmo assim, ficou responsável por combater incêndios na plataforma toda.
 
O Sindipetro-NF questionou a gestão de segurança da BC que respondeu que só quem fica na rotatividade são os "tira férias". O Sindicato pede aos trabalhadores enviem as denúncias de casos semelhantes em suas unidades, com evidências, como escala do APLAT, para seja feita denúncia no Ministério do Trabalho e ANP sobre esse absurdo que pode ser responsável por uma nova catástrofe. Os e-mails devem ser enviados para  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Para quem ainda não pensou sobre o que significa entregar a empresas estrangeiras os contratos com a Petrobrás, vai aqui a explicação direta: a geração de emprego e renda será para os estrangeiros. Você é estrangeiro? Não, você é brasileiro, e com certeza já percebeu que o momento que vivemos é a fase final do golpe. É quando, como em filme de bandido que faz grande assalto, se reparte o saque. A maior e melhor parte fica sempre com quem tem poder; aqui, o capital estrangeiro.

Todos já sabem que o mundo gira assim. Mas o que ainda causa indignação é: como há brasileiros, como Pedro Parente, com coragem de entregar o patrimônio do povo brasileiro? 

O golpe gerou o cancelamento dos trabalhos nos estaleiros construtores das plataformas de produção e perfuração que atenderiam ao Pré-Sal. Assim, causando o desemprego de milhares de trabalhadores brasileiros. No nosso setor, a destruição, que começou pela indústria naval, agora segue para a indústria de construção pesada. O objetivo final é a destruição do Brasil e do futuro de seu povo.

Podemos fazer alguma coisa? Sim. Resistir e lutar para que não levem nosso desenvolvimento social e tecnológico. Se somos nós os autores e donos, por que será que outros é que vão usufruir do que construimos?

A Storytelling do golpe tem uma sequência, e como diz Jessé Souza, a exploração material de todo um povo só é possível com a colonização de seu espírito e de sua capacidade de refletir.

 

 
Em novembro de 2016 foi realizada uma auditoria da Operação Ouro Negro em P-51 que reuniu Marinha, ANP, Ibama, Anvisa, Ministério do Trabalho e Ministério Público do Trabalho e contou com a participação do Diretor Sindical, Tezeu Bezerra. Essa auditoria fez um pente fino nos padrões de conformidade da plataforma, assim como todas as documentações e áreas da unidade.
 
Nesta quarta, 11, em conversa com os trabalhadores, foi denunciado que, após o desembarque do diretor sindical, um coordenador da unidade conversou com as equipes. Nessa conversa, o coordenador de P-51 teria dito que o diretor do NF  tentou fugir dos trâmites normais do trabalho ao querer fazer uma reunião com os trabalhadores.
 
Segundo Tezeu, ele solicitou de forma tranquila uma reunião com os trabalhadores para conversar sobre os problemas da unidade e possíveis denúncias que poderiam ser feitas aos auditores dos órgãos fiscalizadores. Essa reunião foi autorizada pelo Geplat da unidade e, em seguida, desautorizada pelo gerente de operações da unidade que também estava embarcado.
 
Após recusa da gerência de realização da reunião. o Diretor do Sindipetro-NF fez uma denúncia aos órgãos fiscalizadores sobre o ocorrido. Os auditores repudiaram e notificaram a empresa sobre o absurdo que é impedir um diretor sindical de se reunir com os trabalhadores. Essa postura da gerência também foi criticada pelos auditores do Ministério do Trabalho na apresentação final do relatório.
 
"Diferente da forma de trabalho da gestão da empresa em alguns momentos, o Sindipetro-NF sempre trabalha com a verdade e jamais vai se intimidar com a postura de alugues gerentes que tentam fazer um trabalho de intimidação. Estamos atentos e pedimos que os trabalhadores continuem a denunciar qualquer caso que julgue necessários, principalmente do que diz respeito à segurança" - afirma Tezeu.

 

O Sindipetro-NF conseguiu reverter a proibição prévia e generalizada das permutas, que estava atingindo os trabalhadores da UTGCAB. Após receber denúncias, a diretoria decidiu divulgar que o caso trata-se de descumprimento do ACT vigente e os responsáveis tiveram que mudar o posicionamento arbitrário, que estava sendo tomado. 

As permutas são reguladas por cláusula do ACT, que tem que ser cumprida, nega-las de forma generalizada e sem justificativa é assédio coletivo. Infelizmente, a Petrobras não respeita o acordo e, como aconteceu neste caso, usa a possibilidade de dobra de turno como ferramenta para retaliação da gestão aos corretos encaminhamentos de mobilizações no terminal.

Por isso, é muito importante que os trabalhadores e trabalhadoras se unam e denunciem ao sindicato casos como estes.

A gestão da Petrobras emitiu um comunicado interno, nesta terça-feira, 10, informando que está solicitando sugestões dos sindicatos sobre o regramento da redução voluntária de jornada de trabalho. Além disso, ela insiste na pressa em aprovar a proposta reafirmado apenas os possíveis benefícios e insinuando que os sindicatos estão travando a negociação.

O Sindipetro-NF informa, que essa afirmação não procede e que até o momento não recebeu nenhuma notificação da Petrobras com relação a esse assunto.

A diretoria do Sindipetro-NF esclarece ainda, que o sindicato não é contra a proposta, mas quer que o assunto seja avaliado de forma coerente, para que os petroleiros saibam exatamente, o que estão aceitando. Para isso, o sindicato quer levar o assunto para uma comissão especial que possa tratar sobre as regras e esclarecer alguns pontos importantes, que não foram abordados na última proposta de regramento da estatal.

 “Temos alguns pontos que não foram esclarecidos, como por exemplo, a divisão das tarefas, se a demanda de trabalho não for alterada, o trabalhador terá que condensar oito horas de atividades em seis; Também queremos saber se haverá diferenças nas avaliações de nível e se a PLR será proporcional; Com seis horas diárias a legislação garante apenas um intervalo de 15 minutos, dessa forma, não fica claro se os trabalhadores terão direito à hora de almoço e consequentemente ao auxilio almoço/refeição/alimentação. São exemplos de informações que afetam a categoria e que ainda não foram abordadas pela Companhia”, explicou o diretor do Sindipetro-NF, Sérgio Borges.

Rede Brasil Atual - Entre as tantas modificações regressivas contidas na contrarreforma da Previdência que o governo golpista tenta fazer aprovar pelo Congresso, uma das mais significativas é igualar o tempo de aposentadoria entre homens e mulheres. Uma conquista histórica das mulheres, dadas as outras jornadas que ela desenvolve na vida cotidiana, está ameaçada pelas brutalidades que o governo golpista tenta impor.

Em uma discussão recente com um economista neoliberal, ele se valia da divulgação de dados sobre a diferença de expectativa de vida entre homens e mulheres no Brasil, para apontar para a ideia de que as mulheres deveriam se aposentar mais tarde que os homens, porque vivem mais tempo.

Um ministro de Temer, para tentar justificar a medida proposta pelo governo, alegava que os homens vão menos ao médico porque trabalham mais e não têm tempo. Como se fossem os homens que ficam grávidos, dão a luz, amamentam, cozinham, cuidam da casa e dos filhos.

Tudo para tentar descaracterizar a realidade cotidiana, em que a mulher cumpre duas ou três jornadas, contando o trabalho diário, o cuidado com os filhos e o companheiro, a atenção da casa, entre outras funções que as mulheres assumem concretamente.

Estatísticas publicadas agora revelam que "na média mundial, as mulheres trabalham 39 dias a mais por ano que os homens". Isto é, em 10 anos elas terão trabalhado mais do que um ano a mais que os homens, em 20 anos mais do que dois, em 30 mais do que três, em quarenta mais do que quatro. Ganhando sempre pelo menos 20% a menos. Se se leva em conta o trabalho remunerado e o não remunerado – isto é, as outras jornadas que a mulher tem –, elas trabalham 50 minutos a mais por dia do que os homens.

No campo a diferença é ainda maior, com as mulheres levantando por volta das 4 da manhã para preparar todas as tarefas da casa, para os filhos e os animais, antes de sair para trabalhar.  Nas últimas décadas, aumentou exponencialmente o número de famílias em que a cabeça de casa é a mulher, simplesmente pelo abandono do lar pelo pai. A mãe assume ainda mais funções, dividindo-as frequentemente com a filha mais velha, que cuida dos irmãos menores, enquanto a mãe trabalha fora de casa em jornada completa.

A proposta da Previdência do governo é assim, antes de tudo, uma medida contra as mulheres, enquanto trabalhadoras e como donas de casa, como mães. Aumenta mais ainda para as mulheres – e ainda mais para as trabalhadoras rurais – as dificuldades para se aposentar e diminui o montante que receberão, se chegarem a se aposentar.

 

 

VIA Rede Brasil Atual

 

 

Imprensa dos Bancários/SP - Para tentar conquistar o apoio da população à reforma da Previdência, o governo Temer investiu em propaganda massiva via redes sociais. As páginas oficiais governamentais publicaram nas últimas semanas uma série de vídeos defendendo as mudanças, muitos deles usados como propaganda nos meios de comunicação. Mas alguns pontos precisam ser mais bem esclarecidos, para que os trabalhadores não sejam enganados.

Um deles, intitulado Entenda a Reforma da Previdência, foi publicado na página do Palácio do Planalto no Facebook em 6 de dezembro – mesmo dia em que o governo encaminhou a proposta ao Congresso. Nele, o secretário de Previdência Social, Marcelo Caetano, aparece “explicando” a medida. Veja, ponto a ponto, o que se esconde nas entrelinhas dessa propaganda:

‘Idade mínima para se aposentar passa para 65 anos’
VERDADE CRUEL – Idade mínima para se aposentar passa a ser 65 anos para todos, em vez dos atuais 55 para mulheres ou 60, para homens. No caso dos trabalhadores rurais vale a mesma regra, ou seja, idade mínima de 65 anos para a aposentadoria, apesar de, via de regra, ingressarem mais cedo no mercado e da rotina mais penosa de trabalho.

'Tempo mínimo de contribuição será de 25 anos’
VAMOS DETALHAR – De fato, o tempo mínimo será de 25 anos. Entretanto, para ter direito a receber o valor integral do benefício de aposentadoria (ou seja, média salarial durante tempo de contribuição), são necessários 49 anos de contribuição ininterruptos. Isso porque o benefício passa a ser calculado levando-se em conta a parcela de 51% das maiores contribuições com 1% adicionais a cada ano de contribuição. Ou seja, para atingir os 100%, o trabalhador precisa ficar 49 anos na ativa, sem interromper o pagamento ao INSS.  Caso não consiga cumprir todos estes requisitos, o trabalhador tem direito ao equivalente a 76% da média salarial, acrescido de 1 ponto porcentual por ano de contribuição além dos 25 exigidos.

Arte: Seeb-SP

'Homens a partir de 50 anos e mulheres com 45 ou mais terão regra de transição’ 
VAMOS DETALHAR – O trabalhador ou a trabalhadora que estiver na faixa etária citada terá de pagar um “pedágio”, que equivale a 50% do tempo que seria necessário para se aposentar pelas regras atuais. Ou seja, se você precisa contribuir por mais quatro anos pela regra atual para se aposentar, vai precisar ficar na ativa por mais seis anos caso a reforma seja aprovada (4 + 50%).

‘O objetivo da reforma é dar sustentabilidade à previdência no longo prazo, poder garantir o pagamento das aposentadorias e pensões das pessoas lá pra frente’ 
NÃO É BEM ASSIM – O principal argumento do governo para aprovar a proposta é o chamado “rombo da previdência”. Entretanto, a maior parte deste déficit alegado pelos defensores da reforma tem causas não relacionadas à previdência propriamente dita, como benefícios concedidos a empresas e a Desvinculação de Receitas da União. Dessa forma, o aumento no tempo de contribuição pelo trabalhador não garantiria, por si só, o equilíbrio dessas contas tal como apresentadas pelo governo.

‘Reforma valerá também para políticos e servidores’ 
NÃO É BEM ASSIM – Os militares foram excluídos da reforma, apesar de serem os responsáveis por metade do dito “déficit”. Eles continuariam nas regras atuais: a categoria pode se aposentar com 30 anos de serviço recebendo salário integral. Enquanto que os civis, como já detalhamos, precisariam contribuir ininterruptamente por 49 anos para ter direito à aposentadoria integral.

‘A gente gasta com pensão por morte muito mais que países mais velhos e mais ricos que a gente em termos proporcionais’ 
NÃO É BEM ASSIM – O Japão é o país com a maior expectativa de vida do planeta: 83,7 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde. Mesmo assim, em novembro passado, o parlamento do país aprovou uma reforma na lei da previdência social que reduz o tempo mínimo de contribuição para aposentadoria, de 25 anos para 10 anos.

Hoje, o Brasil tem 20,2 milhões de trabalhadores com 65 anos de idade ou mais. Destes, somente 13,4% compõem a força de trabalho, estando os demais estão fora do sistema. Esta característica demográfica brasileira evidencia a dificuldade que a população idosa terá para se manter na ativa e contribuindo para poder se aposentar.

A Petrobras insiste em descumprir o Acordo Coletivo dos seus trabalhadores, ao não permitir o embarque de dirigentes sindicais no dia anterior das reuniões de Cipa. Na segunda, 9, com a clara intenção de cercear o contato dos dirigentes com os trabalhadores, a Petrobrás encurtou o tempo de permanência do sindicato nas unidades. O embarque para as unidades P-62 e P-52,foi feito em um voo às 10h45 e o desembarque no voo de 15h30.

"Não tivemos tempo de conversar sobre problemas de segurança com os trabalhadores e muito menos de ir na área fazer inspeção" - comentou o diretor Tezeu Bezerra que fez questão de registrar na ata o não cumprimento do ACT, que dá o direito do Sindicato embarcar no dia anterior.

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