Com data base em maio, os trabalhadores da Baker/BJ começam a participar de setoriais convocadas pelo Sindipetro-NF para construção da proposta de ACT 2018. Hoje, 9, foi a vez da base de Boa Vista apresentar suas propostas e debater a conjuntura desfavorável para a classe trabalhadora.

Os trabalhadores pleiteiam que os benefícios sejam equiparados ao que era pago no Acordo da BJ e que sofreu uma queda, quando foi unificado com a Baker. Também reivindicam pagamento de PLR e a representação de um delegado de base, como previsto no atual ACT.

Uma comitiva de mulheres do NF participou do 2° Encontro de Mulheres Petroleiras do Espírito Santo, que aconteceu no dia 7 de abril em São Mateus. Com o tema Unidas pela liberdade, pela vida e pelo respeito, o evento foi  especial para as guerreiras que atuam e atuaram na indústria do petróleo. “Nossas desafios são muitos, e precisamos estar unidas e preparadas para enfrentá-los”, destacou a Diretora do Sindipetro-ES, Priscila Costa Patrício.

Representaram o NF, a aposentada Marlene Rosário, a pensionista Ivanise Artiles e as diretoras Conceição de Maria  e Jancileide Morgado. O encontro foi aberto às mulheres do Sistema Petrobras e empresas privadas do ramo do petróleo, aposentadas e aos homens filiados ao Sindipetro-ES.

Veja a programação que compôs o Encontro

8h30 – Lanche de boas-vindas, demonstração de produtos cosméticos e maquiagem; massoterapia, oficinas para crianças e exposição de fotos.

11h – Abertura oficial e Mística com Jongo São Benedito.

11h30 –  Mesa Redonda: Os desafios de ser mulher no Estado do Espírito Santo: enfrentamento da Violência e do Racismo.

Convidados: Tammy Andrade Motta (Conselho Regional de Psicologia), Edna Martins Calabrez (Fórum Estadual de Mulheres), Vanda Vieira (Movimento Negro Unificado) e Giuliana do Nascimento Modesto (Coordenação Estadual Quilombola).

12h40 –  Homenagem

13h – Almoço

14h – Aula de Defesa Pessoal

14h40 – Vídeo: Mulheres que fazem a História

15h – Mesa Redonda: Empoderamento feminino na Luta Pela Democracia, Soberania Nacional e por Direitos.

Convidadas: Jaciara Teixeira (Vereadora de São Mateus), Rosângela Maria (Coletivo de Mulheres da FUP, Diretora de SMS da FUP) e Dra. Elci Santos (Advogada Trabalhista do Sindipetro-ES).

16h30 – Bingo

18h – Momento cultural e confraternização com Sarau de Poesia, karaokê e jantar.

 

O Sindipetro-NF teve acesso a uma resposta da Petros, destinada a um participante no último dia 6, onde a fundação mente ao afirmar não ter recebido "qualquer informação sobre liminares referentes ao Sindipetro - Norte Fluminense".

Assinada pelo Setor de Atendimento aos Participantes, a comunicação da Petros informa que "no Estado do Rio de Janeiro, as únicas liminares recebidas até o momento, são as do Sindipetro - Duque de Caxias e Aepet (em conjunto com outras associações), e só foram suspensas as contribuições dos participantes filiados a esses sindicatos".

O participante que cobrou da Petros uma resposta, em razão da continuidade dos descontos, é filiado ao Sindipetro-NF. A entidade conquistou liminar suspendendo os descontos do equacionamento, mas luta na Justiça para ampliar a abrangência da decisão para toda a categoria filiada — pois a decisão favoreceu apenas os residentes no município do Rio de Janeiro.

Diferentemente do que disse ao participante, a Petros foi notificada sobre a existência da liminar obtida pelo Sindipetro-NF, como comprovam o mandado e a certidão do oficial de justiça, de 22 de março de 2018.

 

O Sindipetro-NF repudia com veemência a demissão de 212 trabalhadores e trabalhadoras da Casa da Moeda do Brasil, denunciada ontem pelo Sindicato Nacional dos Moedeiros do Brasil (SNM). A entidade está solidária a esta categoria, que é uma das inúmeras que enfrentam diretamente o desmonte do estado brasileiro, empreendido pelos arquitetos do Golpe de 2016.

Os Moedeiros denunciam que as demissões fazem parte de um conjunto de decisões do governo e da gestão da Casa da Moeda do Brasil (CMB) para privilegiar grupos privados. "O SNM não medirá esforços para reverter esse processo de demissão em massa, que é apenas uma das ações para levar ao processo de desmonte da CMB, assim como foi a produção de cédulas de R$ 2,00 reais e como está sendo a licitação para a fabricação de moedas", relata manifesto do sindicato da categoria.

Os petroleiros e as petroleiras, que vivenciam em seus locais de trabalho este mesmo desmonte, esta mesma estratégia de entrega de compras e de operações a grupos privados, este mesmo atentado criminoso à soberania nacional, se irmanam aos moedeiros neste momento de luta e resistência.

Entreguistas, golpistas, traidores da Nação, não passarão!

Diretoria do Sindipetro-NF
Macaé, 09 de Abril de 2018

 

 

 

 

Da Imprensa da FUP - Diante dos graves ataques ao Estado Democrático de Direito, que se acirram com a prisão política do ex-presidente Lula, a FUP transferiu para Curitiba as atividades sindicais que seriam realizadas esta semana no Rio de Janeiro. A orientação é que os petroleiros se somem às demais categorias e movimentos sociais na construção e realização dos atos e mobilizações convocados pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo para denunciar as arbitrariedades contra Lula e exigir seu direito à liberdade.

“A prisão de Lula é parte essencial do Golpe que está em curso contra o povo brasileiro. A ofensiva conservadora que liderou o impeachment contra a presidenta Dilma, provocou o assassinato de Marielle Franco, se manifesta também na prisão do Presidente Lula. Lula é um preso político, sua prisão inaugura um novo ciclo do golpe e nos desafia a ampliar nossa capacidade de luta e resistência”, afirmam as frentes, em manifesto unitário divulgado no final de sábado.

Estão sendo montados acampamentos permanentes em Curitiba e em Brasília. Na capital federal, a resistência será na Praça dos Três Poderes, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde, na próxima quarta-feira, 11, deve ser julgado um pedido de liminar feito pelo Partido Ecológico Nacional (PEN) para suspender a execução da pena de condenados em segunda instância. Nesse dia, haverá uma mobilização nacional em todo o país e nas embaixadas do exterior. A ideia é que os movimentos sociais realizem atos permanentes no STF pela liberdade de Lula.

“Precisamos nos preparar para um processo de luta de curto, médio ou longo prazo. Para isso a construção de ações unitárias em todo país é crucial ampliando nossa capacidade de diálogo com a sociedade. Isso se traduz na mobilização de todas as forças progressistas”, ressaltam os movimentos sociais no manifesto das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

Uma das principais frentes de resistência está em curso em Curitiba, onde os petroleiros e petroquímicos já estão acampados desde sábado, 07, e foram vítimas de uma ação covarde e arbitrária da Polícia paranaense, que atacou com bombas e balas de borracha os milhares de manifestantes que aguardavam a chegada de Lula à sede da Polícia Federal. Apesar da violência, os trabalhadores não se intimidaram e reorganizaram o Acampamento, que já conta com a participação de diversas organizações sindicais e populares, que estão chegando a Curitiba em caravanas de várias regiões do país.

A capital paranaense, portanto, é de agora em diante a capital da resistência nacional pela reconstrução da democracia no Brasil e pela libertação de Lula. Os dirigentes da FUP e de seus sindicatos estarão em Curitiba nos próximos dias para fortalecer essa agenda unitária de luta, que envolve todas as forças progressistas e democráticas do país.

Nos dias 10 e 11 de abril, a FUP e seus sindicatos realizam um Seminário Nacional para apontar alternativas ao equacionamento do Plano Petros-1 e um Conselho Deliberativo onde serão definidos encaminhamentos para a categoria petroleira. A FUP também se somará as atividades das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo:

11 de Abril: Dia Nacional de Mobilização em Defesa de Lula Livre.
11 Abril: Manifestações em todas as embaixadas do Brasil no exterior.
10 e 11 de Abril: Ato com juristas em Brasília.
14 de Abril: Atos em todo país: “Marielle Vive, Lula Livre”.
17 de Abril: Dia nacional de mobilização contra a Rede Globo.
26 de Abril: Ato em defesa da Petrobrás no Rio.
1º de Maio: Dia do trabalhador/a em defesa dos Direitos e Liberdade para Lula.

[FUP| Arte com foto de Francisco Proner]

 

Luciana Waclawovsky / Especial para a CUT - Assim que o ex-presidente Lula anunciou neste sábado (7), em São Bernardo do Campo, que havia decidido cumprir a determinação de prisão dada pela primeira instância da Justiça do Paraná, atos de desagravo ao julgamento político da maior liderança de esquerda viva da América Latina, condenada sem provas, começaram a surgir em vários países.

O secretário nacional de Relações Internacionais da CUT, Antônio Lisboa, disse que a Central já recebeu dezenas de manifestações de apoio por meio de vídeos, cartas e mensagens. Segundo ele, está sendo organizado um dia global de atividades nas Embaixadas do Brasil, que deve acontecer concomitantemente no mundo inteiro. A data deverá ser marcada ao longo da semana devido ao fuso horário de cada país. Lisboa disse que o número de apoio já é impressionante.

“De imediato existe essa proposta da Confederação Sindical Internacional (CSI) de fazer um dia de ação global pela liberdade de Lula, ao mesmo tempo em que muitas pessoas estão querendo vir ao Brasil prestar irrestrito apoio e solidariedade ao nosso ex-presidente porque sabem que Lula é inocente e está sofrendo uma perseguição política”, destacou Lisboa.

A representante do Colectivo México-Brasil contra El golpe, Márcia Sarquis, disse com exclusividade ao Portal da CUT que esse golpe não é só contra o Lula, mas contra os avanços da América Latina e todas as conquistas que os governos progressistas estavam conseguindo. Segundo a produtora, que mora há cinco anos na Cidade do México, Lula é um dos principais líderes ainda vivo e por isso está sofrendo na pele essa fúria do capitalismo.

“Consideramos que nossa militância internacional tem a importância de fortalecer a musculatura da esquerda do Brasil porque até então sempre fomos referência de movimento político, sindical e de governo progressista para vários países do mundo, e também para levantar debates dentro de cada país, principalmente da América Latina, como é o caso do México, onde existem questões muito semelhantes que estão acontecendo no Brasil”.

Os coletivos internacionais contra o impeachment se formaram em 2016 de maneira espontânea em vários países para mostrar ao mundo que o Brasil estava sofrendo um golpe de Estado. Segundo explicou Sarquis, a principal função dos coletivos é informar a imprensa internacional dos fatos reais e fomentar as mídias progressistas com imagens e notícias que acontecem nos países em que moram.

Em Barcelona, na Espanha, também teve ato contra a prisão política de Lula. Na próxima terça-feira (10), em frente à Embaixada do Brasil em Madrid, estão sendo chamadas manifestações para denunciar a condenação de Lula e pela democracia.

Na França os manifestantes também foram para as ruas na manhã deste domingo, pelo horário de Brasília. Eles se reuniram em um simbólico e representativo ato na Praça da República, em Paris. Luis Dulci, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República no governo Lula e atual assessor do ex-presidente, esteve presente na manifestação em Paris.

O líder do movimento francês de esquerda França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, falou da prisão do ex-presidente Lula em um discurso que está circulando desde ontem nas redes sociais. Ele disse que o ex-presidente foi vítima de um "golpe judicial" por meio da Operação Lava Jato. Mélenchon chamou Lula de camarada e pediu que ele aguente firme a pressão a que vem sendo submetido.

"Nossa corrente, que se diz derrotada e perdida, foi golpeada duramente, especialmente na América Latina, onde você está vendo agora um golpe judicial contra Lula", denunciou o dirigente, e completou: "Quando eles não conseguem eliminar um candidato, eles botam na cadeia".

Também por meio das redes sociais a ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, se manifestou contra a prisão de Lula e afirmou que ele vencerá as próximas eleições no Brasil, previstas para ocorrer em outubro deste ano. Além da senadora argentina, líderes da América Latina reagiram quando o Supremo Tribunal Federal negou pedido de habeas corpus a Lula.

Os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e da Venezuela, Nicolás Maduro; e os ex-presidentes Pepe Mujica (2010-2015), do Uruguai e Ricardo Lagos (2000-2006), do Chile, reagiram contra a decisão.

A Comissão União Europeia-Mercosul também condenou a ordem de prisão ao ex-presidente e voltou a pedir a suspensão das negociações entre os blocos, até que a democracia seja restabelecida no Brasil.

No mesmo dia em que a sentença foi proferida, na quinta-feira (5) passada, brasileiros que moram no exterior começaram a organizar os protestos. Em Buenos Aires, capital da Argentina, centenas de militantes de partidos de esquerda prestaram Os manifestantes aproveitaram a ocasião para criticar o governo neoliberal de Maurício Macri que, assim como o governo do golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB), também está destruindo direitos conquistados pelo povo argentino.

Desde que começou a ser perseguido pelo Poder Judiciário brasileiro, o ex-presidente Lula recebeu manifestações de solidariedade de diversas partes do mundo. Na Caravana de Lula pelo Sul, por exemplo, o ex-presidente realizou debate público com o também ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, que mostrou preocupação com a insistência em que as instituições brasileiras perseguem Lula.

 

[Foto: Manifestantes se reúnem na Praça da República, em Paris, na França / Reprodução] 

Tatiana Melim / Da Imprensa da CUT - As bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha, atiradas pela Polícia Militar de Beto Richa (PSDB-PR), governador do Paraná, contra os milhares de trabalhadores e trabalhadoras que estavam em frente à Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, para dar apoio ao ex-presidente Lula, não intimidaram a militância.

“A ação violenta da PM começou no exato momento em que a aeronave que trazia Lula pousou no heliporto da PF. Parecia uma ação planejada para impedir que Lula ouvisse o clamor popular, que soubesse que não estava sozinho, que tinha apoio do povo trabalhador”, afirmou o secretário de Comunicação da CUT, Roni Barbosa, que completou: mas não adiantou nada, mesmo machucados, a maioria permaneceu no local.

E o acampamento montado antes mesmo do ex-presidente chegar a Curitiba na noite deste sábado (7) para a vigília permanente em defesa da democracia e pela liberdade de Lula cresceu mais e já conta com manifestantes vindos dos estados da Bahia, Maranhão, Espírito Santo, Mato Grosso, Santa Catarina, entre outros.

A presidenta da CUT-PR, Regina Cruz, avisa que ao menos 40 ônibus com caravanas em defesa de Lula livre estão em direção ao local e a concentração aumenta a cada hora. O PT de Minas Gerais, reunido na manhã deste domingo, decidiu organizar 10 ônibus, que sairão amanhã pela manhã rumo a Curitiba.

“A mobilização está bonita. Já temos uma estrutura de barraca. Muitos companheiros aqui do bairro estão ajudando, abrindo a porta das suas casas. Temos água, comida, nada vai faltar para os companheiros e companheiras. É uma vigília permanente, não tem data nem hora pra terminar. Esse pessoal que está aqui hoje já não sai mais daqui e vai ficar por tempo indeterminado”, afirmou.

As frentes também estão chamando para a próxima quarta-feira (11) um dia Nacional de Mobilização em Defesa de Lula Livre, com articulações internacionais para que atos ocorram também em todas as embaixadas do Brasil no exterior.

Um acampamento nacional em Brasília, na Praça dos Três Poderes, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), também está sendo organizado.

“A frustração e tristeza que sentimos agora devem ser convertidas em fonte de energia para lutar pela reconstrução da democracia no Brasil e pela libertação de Lula. Não é hora de desânimo e desespero, é hora de organização e ação”, diz trecho da nota assinada pelas duas frentes.

Em breve, daremos mais informações sobre os locais e detalhes das mobilizações.

Violência em Curitiba

A brutalidade com que a PF de Curitiba tratou os manifestantes que defendem Lula causou perplexidade entre os militantes e lideranças políticas que estavam no local no momento da violência. Entre os feridos estavam três crianças e diversas pessoas tiveram de ser hospitalizadas.

 

Petroleiros e petroleiras da P-33 enviaram ao SindipetroNF, na noite de ontem 06, um manifesto em solidariedade ao presidente Lula. Entre outras palavras, os trabalhadores a bordo destacaram que "O nosso povo está dividido entre aqueles que acreditam que não somo vira-latas e aqueles que ainda querem viver sendo humilhados pelas colônias que tentam tomar de poder nossas riquezas."

Além disso, a P-33 reafirmou o seu compromisso lado a lado da classe trabalhadora brasileira ao dizer ao presidente Lula que "a luta continua": A luta é sua, é nossa, de todos aqueles que acreditam num país mais justo e igualitário. Jamais prenderão, jamais calarão suas idéias plantadas no coração do povo brasileiro! Lula Livre!"

A diretoria do NF parabeniza os companheiros e companheiras não só por se expressarem de maneira democrática frente a toda Petrobrás e o Brasil, mas também pelo conteúdo encorajador e combativo do manifesto, que demonstra, acima de tudo, que os petroleiros e petroleiras jamais abandonaram as trincheiras da Luta de Classes.

Confira, em anexo, o manifesto.

 

Militantes dos movimentos sociais, sindicais e estudantis se reúnem hoje, 6, às 17h, na sede do Sindipetro-NF em Macaé para definir ações locais, por conta da iminente prisão ilegal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Todos os militantes interessados podem e devem comparecer ao sindicato que fica na Rua Ten. Rui Lopes Ribeiro, 257 - Centro. 

Lula Livre é a Esperança do Brasil!

Emmanuela Leite / Da CUT-PB - A jovem militante do Movimento Sem Terra (MST), Lindinalva Pereira de Lima, mais conhecida por Linda, foi gravemente ferida com um tiro na perna na madrugada desta sexta-feira (6), durante ato em defesa do ex-presidente Lula na BR 101, em Mata Redonda, na Paraíba.

Linda foi levada para a emergência do Hospital de Trauma da capital paraibana e está em observação.

Segundo informações da coordenadora do MST-PB, Eva Wilma, durante a mobilização um motorista furioso invadiu a barricada do MST-PB e sacou uma arma, atirando nos militantes, a ação atingiu na perna a companheira, que foi levada com urgência para o Hospital de Trauma da Paraíba. Até o momento não se sabe o autor do crime.

A violência, iniciada desde o golpe de 2016, quando muito ódio e intolerância se espalhou pelo Brasil. pode aumentar ainda mais com a decisão do juiz Sérgio Moro de determinar a prisão de Lula na tarde desta quinta-feira (5). Moro deu um prazo até as 17h desta sexta para Lula se entregar em Curitiba, no Paraná. A militância resiste e não quer que Lula se entregue. Lula é inocente, gritam nos atos que estão sendo realizados em todo o País. Defender Lula é defender a democracia e o direito de todos os brasileiros de recorrer até a última instância da Justiça, é o que dizem politicos, juristas e sindicalistas do brasil e do exterior.

O presidente da CUT-PB, Paulo Marcelo, um dos sindicalistas que estão liderando a resistência e organizando militantes e trabalhadores para apoiar o presidente Lula, repudia o ato de violência e chama toda população paraibana para a mobilização em defesa da Democracia e de Lula, logo mais às 14h no Lyceu Paraibano.

 

Além das mobilizações nas bases e reuniões com os movimentos sociais, na construção da resistência contra iminente prisão injusta do ex-presidente Lula, a diretoria do Sindipetro-NF realiza na noite de hoje, às 19h30, uma edição do Face to Face (interação ao vivo pelo Facebook) com o tema "Lula livre".

Para as sedes do sindicato estão previstas reuniões com representantes de partidos e movimentos sociais, às 14h (na sede de Campos) e às 18h (na sede de Macaé).

Durante a manhã de hoje, a diretoria realizou setoriais com os trabalhadores nas bases e aeroportos, discutindo com a categoria a gravidade da situação do País. Em Cabiúnas, o acesso da categoria à base chegou a ser fechado por uma hora, entre às 7h e 8h.

O sindicato permanece em vigília, atento às orientações da FUP e da CUT, e pronto para mobilizar a categoria para enfrentar esse atentado contra um dos maiores símbolos da luta dos trabalhadores na história brasileira.

 

Da Imprensa da FUP - Em vídeo divulgado na noite desta quinta-feira, 05, após o juiz federal Sérgio Moro ter decretado a prisão arbitrária do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o coordenador da FUP, José Maria Rangel, convoca a categoria petroleira às assembleias sexta-feira, 06, pela manhã, para deliberar sobre a possibilidade de uma paralisação nacional contra a prisão política de Lula.

“A gravidade do momento exige decisões duras. Por isso nós estamos orientando a todos os petroleiros e petroleiras e direções sindicais a estarem amanhã cedo nas unidades realizando assembleias para deliberar sobre uma possível paralisação, caso venha a curso a prisão do ex-presidente Lula”, afirma o coordenador da FUP.

“Nós não podemos aceitar que o melhor presidente da história desse país, o presidente que levou a Petrobrás a um grau nunca visto antes na história dessa empresa, descobrindo o pré-sal, reativando a indústria naval, gerando empregos, renda e tecnologia para o país, seja preso por ilações”, ressalta José Maria Rangel, orientando os trabalhadores que estiverem de folga a procurarem as unidades mais próximas do Sistema Petrobrás e se somarem às assembleias.

A direção da FUP estará reunida em São Bernardo do Campo, nesta sexta-feira, 06, discutindo com as demais lideranças dos movimentos sindicais e sociais do país a realização de uma grande greve geral em defesa de Lula e do Estado Democrático de Direito.

 

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