Temos a alegria de informar que o companheiro Guilherme Boulos, membro da coordenação do MTST, foi liberado da Delegacia, no inicio da noite desta terça-feira, 17, após passar o dia detido no 49ª Distrito Policial, em São Mateus, na zona leste da capital paulista.

Boulos foi detido quando acompanhava a ação de reintegração de posse de uma ocupação na periferia de São Paulo, fazendo a mediação com os policiais, na tentativa de preservar os direitos das cerca de três mil pessoas que estavam sendo despejadas.

Segundo o MSTS, agora, é centrar fogo na ajuda às famílias desalojadas da ocupação Colonial e organizar a luta para denunciar mais essa arbitrariedade do Estado Brasileiro contra os pobres.

A FUP  e o Sindipetro-NF repudiam veemente a prisão arbitrária do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, em mais um episódio de violência, autoritarismo e perseguição aos movimentos sociais impetrada pelo governo Geraldo Alckmin.

Nesta quarta-feira, 18, A FUP terá mais uma rodada de negociação do Termo Aditivo do Acordo Coletivo 2015/2017.

A reunião será às 10h, na Universidade Petrobrás, no Rio de Janeiro, e terá cobertura em tempo real pelo Radar FUP.

Para acompanhar, acesse www.radarfup.com.br 

Após a reunião com a Petrobrás, o Conselho Deliberativo da FUP reúne-se, a partir das 15 horas, para avaliar a negociação com a empresa e definir os próximos passos da campanha.

No último dia 05, as direções sindicais apresentaram ao RH da Petrobrás os pontos elencados pelo Conselho Deliberativo da FUP para o fechamento do Termo Aditivo:

  • Prorrogação do atual Acordo Coletivo de Trabalho até 31/08/2018.
  • Reposição da inflação.
  • Cumprimento do pagamento do ATS para trabalhadores da Araucária Nitrogenados.
  • Remeter para Comissão de Regime de Trabalho as discussões sobre redução de jornada do administrativo com redução de salário, bem como o número de horas extras gerenciáveis na companhia.

FUP

 

 

 

Imprensa da FUP - A FUP repudia veemente a prisão arbitrária do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, em mais um episódio de violência, autoritarismo e perseguição aos movimentos sociais impetrada pelo governo Geraldo Alckmin.

Boulos foi detido quando acompanhava a ação de reintegração de posse de uma ocupação na periferia de São Paulo, fazendo a mediação com os policiais, na tentativa de preservar os direitos das cerca de três mil pessoas que estavam sendo despejadas.

De forma arbitrária, a polícia deu voz de prisão ao líder do MTST, alegando desobediência civil.

A ação desmedida da polícia de Alckmin, que tem por marca a repressão e a violência em situações de conflitos, espelha a forma de agir de governos autoritários, que desrespeitam o direito de manifestação garantido pela Constituição, criminalizando os movimentos sociais. Essa tem sido a postura dos apoiadores do golpe, sempre agindo na contramão da democracia.

A FUP exige a revogação da prisão de Guilherme Boulos e respeito aos direitos civis, ao diálogo, à liberdade de expressão e de manifestação garantidas por Lei. Não aceitaremos o estado de repressão e de perseguição que os golpistas querem impor aos que lutam por democracia e justiça social. Fora Temer e todos os golpistas.

 

 

 

FUP - 2016:

01 de setembro | No dia em que o povo brasileiro acordou com o país refém de um golpe de Estado, a FUP e seus sindicatos deram início às negociações com a Petrobrás do Termo Aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2017, que foi renovado no ano passado em sua íntegra, após a vitoriosa greve de novembro. Os petroleiros reafirmaram que a empresa foi um instrumento para consolidação do golpe ao ter tido a sua imagem duramente atacada, com o objetivo de enfraquecê-la para que outras operadoras se apropriassem do Pré-Sal. FUP cobra respostas da Petrobrás para as principais pendências do ACT, como implementação do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR, retomada do Benefício Farmácia e recomposição dos efetivos. Em relação ao Termo Aditivo, os petroleiros apresentaram a proposta aprovada na 6ª Plenafup: reposição da inflação pelo ICV e  5% de ganho real.

16 de setembro | Em reunião com a Petrobrás, FUP rechaça a proposta de retirada de direitos e de congelamento de salários apresentada pela empresa, afirmando que é uma afronta aos petroleiros. Além de voltar atrás na implantação do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR, descumprindo categoricamente o ACT 2015/2017 pactuado na mesa de negociação e aprovado pela categoria, a Petrobrás propôs congelar o salário base, alterar a jornada de trabalho com redução de salário e reduzir direitos conquistados, como a remuneração das horas extras e o auxílio alimentação.

19 setembro | FUP indica rejeição da proposta da Petrobrás e aprovação da “Operação Para Pedro”, com cumprimento rigoroso de todos os itens de segurança operacional e denúncia de quem descumprir ou assediar os trabalhadores.

23 de setembro | A FUP encaminha à Petrobrás documento cobrando o agendamento de uma nova rodada de negociação do Termo Aditivo, respaldada pelo resultado das assembleias que começaram rejeitando por unanimidade a proposta apresentada pela empresa.

26 de setembro | Assembleias aprovam estado de greve e a “Operação Para Pedro” e rejeitam por unanimidade a proposta da Petrobrás.

29 de setembro |  Petroleiros iniciam “Operação Para Pedro”, enquanto a FUP volta a se reunir com a Petrobrás para cobrar uma nova proposta para o Termo Aditivo, deixando claro que o descumprimento do acordo de implantação do ATS na Fafen-PR coloca em xeque a legitimidade dos processos de negociação. As direções sindicais também deixam claro que o que está em negociação nesta campanha são somente as cláusulas econômicas do Acordo Coletivo. Horas extras, jornada de trabalho e outras questões que a empresa queira discutir devem ser tratadas nas comissões de negociação permanentes, como determina o ACT. A FUP também reitera que a categoria não aceitará acordos diferenciados e que é inadmissível qualquer proposta econômica abaixo da inflação. 

13 de outubro |  FUP participa de reunião específica com a Petrobrás para tratar do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR, mas não há avanços por parte da empresa, que continua tentando justificar a quebra do compromisso firmado com a categoria.

19 de outubro | Em nova rodada de negociação, a empresa propõe 6% de reajuste e mantém as demais propostas de redução de direitos. Os petroleiros voltam a afirmar que é inadmissível qualquer proposta econômica que não reponha sequer a inflação do período e que questões como horas extras e jornada de trabalho não são objeto da negociação do Termo Aditivo. A Petrobrás, no entanto, insiste repetir o mesmo receituário dos anos 90, que resultou em redução drástica de efetivos e de salários, cortes de direitos e uma política de desmonte que quase reduziu a empresa a pó.

24 de outubro | Conselho Deliberativo da FUP afirma que proposta apresentada pela Petrobrás já nasceu morta. Além de sacrificar os trabalhadores com arrocho salarial e redução de direitos, a gestão Pedro Parente insiste em descumprir os acordos firmados com a categoria. O indicativo é de rejeição da proposta e aprovação de um amplo calendário de mobilizações, com paralisações, bloqueios de embarque, atrasos nos expedientes e intensificação da “Operação Para Pedro”.

 

31 de outubro | A segunda proposta apresentada pela Petrobrás para o Termo Aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT 2015-2017) é rejeitada praticamente por unanimidade em todas as bases da FUP.

7 de novembro | Em Seminário Nacional de Greve, petroleiros debatem novas formas de mobilização para barrar retrocesso na Petrobrás. 

9 de novembro | Conselho Deliberativo aponta que a FUP só deve negociar com a Petrobrás o Termo Aditivo, que trata unicamente das cláusulas econômicas, pois todas as demais têm validade de dois anos. Propostas relacionadas à hora extra, jornada de trabalho ou qualquer outro item do ACT devem ser remetidas para as Comissões de Negociação, após o fechamento do acordo.

11 de novembro | Petroleiros de vários estados do país participam do Dia Nacional de Paralisação convocado pelas centrais sindicais em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Conforme indicativo da FUP aprovado nas assembleias, a categoria intensifica as mobilizações contra a privatização da Petrobrás, redução de efetivos, corte de direitos e arrocho de salários.

17 de novembro | Em mais uma rodada de negociação, a Petrobrás insiste em descumprir o acordo para implantação do ATS na Fafen-PR e continua propondo mudanças em cláusulas do ACT que não são objeto da negociação do Termo Aditivo. Em nova proposta econômica, a empresa mantém 6% de reajuste retroativo a setembro e acena com mais 2,8% em março de 2017, sem retroatividade.

18 de novembro | Conselho Deliberativo da FUP afirma que nova proposta da Petrobrás já nasceu morta, pois provoca os trabalhadores com arrocho salarial e redução de direitos, além de insistir em descumprir acordos firmados com a categoria. O encaminhamento é que a FUP continue cobrando da Petrobrás o cumprimento do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR e, após solucionada essa pendência, restabeleça o processo de negociação do Termo Aditivo.

29 de novembro | Em reunião com a FUP, a Petrobrás apresenta nova proposta para o Termo Aditivo, mantendo 6% de reajuste no salário básico e na RMNR, e 2,8% em fevereiro, sem retroatividade.  A novidade é a antecipação do pagamento da primeira parcela do 13º salário para 10 de janeiro de 2017 e a retirada da proposta de redução da remuneração das Horas Extras. A empresa, no entanto, continua insistindo na redução de jornada com redução de salário e faz uma proposta vaga, de “envidar esforços necessários junto à diretoria da Araucária Nitrogenados” para que aprove em assembleia geral extraordinária a implantação do anuênio para os trabalhadores da Fafen-PR, condicionado à retirada de ações que cobram o cumprimento do acordo.

01 de dezembro | Na avaliação do Conselho Deliberativo da FUP, a proposta da Petrobrás é um cheque em branco e determina que só seja submetida qualquer proposta para avaliação da categoria, após a diretoria da Araucária Nitrogenados aprovar, sem condicionantes, o acordo de implementação do ATS da Fafen-PR, e, além disso, a Petrobrás remeter para a Comissão de Regimes sua proposição de reduzir jornada com redução de salários. Foi também definido prazo até o dia 07 de dezembro para que a Petrobrás se posicione.

13 de dezembro | Diante da insistência da Petrobrás em descumprir os acordos firmados com a categoria, o Conselho Deliberativo da FUP indica rejeição da proposta da empresa e paralisações a partir do dia 23 de dezembro.

22 de dezembro | Petrobrás protocola pedido de mediação no Tribunal Superior do Trabalho. Jogo combinado e preparado para ser encenado, na tentativa de impor um acordo rebaixado aos trabalhadores. FUP não aceita a mediação.

23 de dezembro | Resultado das assembleias indica aprovação massiva dos indicativos da FUP e petroleiros iniciam paralisações em diversas bases por nenhum direito a menos e contra o desmonte da Petrobrás. 

24 de dezembro | Paralisações se ampliam e várias bases seguem em greve durante o Natal, deixando as gerências e os pelegos em polvorosa.

26 de dezembro | FUP suspende o movimento para avaliação das direções sindicais e das bases, reiterando a importância que essa greve teve ao demostrar para os gestores que a categoria é de luta e não abrirá mão de seus direitos, nem da defesa da Petrobrás.

04 de janeiro de 2017 | Conselho Deliberativo da FUP indica retomada das negociações com a Petrobrás, na busca da prorrogação do atual Acordo Coletivo até 31 de agosto de 2018 e o fechamento do Termo Aditivo de forma a garantir a reposição da inflação, o cumprimento do ATS na Fafen-PR e a retirada da proposta de redução de jornada com redução de salário para que seja debatida na Comissão de Regime de Trabalho. 

5 de janeiro de 2017 |  FUP apresenta as deliberações à Gerência de RH da Petrobrás.

13 de janeiro de 2017 | Petrobrás agenda reunião com a FUP para o dia 18 de janeiro.

 

Para ter acesso a todas as notícias sobre o Termo aditivo acesso o link da FUP - http://www.fup.org.br/campanhas/campanhas-2016-termo-aditivo

 

 

MTST - O companheiro Guilherme Boulos, membro da coordenação nacional do MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, que estava acompanhando a reintegração de posse da ocupação Colonial, visando garantir uma desfecho favorável para as mais de 3000 pessoas da ocupação, acaba de ser preso pela PM de São Paulo sob a acusação de desobediência civil.
 
Um verdadeiro absurdo, uma vez que Guilherme Boulos esteve o tempo todo procurando uma mediação para o conflito. Neste momento, o companheiro Guilherme está detido no 49ª DP de São Mateus, São Paulo (SP).
 
Não aceitaremos calados que além de massacrem o povo da ocupação Colonial, jogando-os nas ruas, ainda querem prender quem tentou o tempo todo e de forma pacífica ajudá-los.

 

FUP - Nesta manhã de hoje, terça-feira (17/01), petroleiros realizam um ato contra a privatização do sistema Petrobrás, na Fafen Bahia. O coordenador geral da FUP, Zé Maria, está presente, junto com a direção do Sindipetro - BA.

Zé Maria fala com os trabalhadores sobre a importância de permanecer na luta contra a privatização do sistema e entrega das Fábricas de fertilizantes. Ameaça dada e anunciada pela PETROBRÁS e seu conselho de administração, com a gestão de Pedro Parente executando e mantendo a cartilha do estado mínimo do PSDB, no desmonte do estado social brasileiro.

 

Primeiramente, FORA TEMER e Diretas já!!!

 A diretoria do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense, vem por meio desse manifesto declarar apoio a Chapa CUTista e FUPista União e Luta na eleição que do Sindicatos do Petroleiros do Ceará/Piauí.

 No momento em que o mundo vive um crescente avanço das políticas neoliberais direitistas e o Brasil vive em um estado de exceção após um golpe Legislativo, Jurídico e Midiático em que a Presidenta Dilma Rousseff foi deposta da Presidência da República não por ter cometido algum crime e sim por representar um projeto de país que revolucionou a vida dos mais pobres, dando o mínimo de dignidade a quem sempre foi esquecido pelo estado, fazendo assim uma clara disputa com as elites. Temos que ter clareza sobre qual caminho devemos seguir para lutar e resistir.

 Ao longo do governos Lula e Dilma uma revolução aconteceu na maior empresa do Brasil, pois uma política de estado foi aplicada para que os recursos oriundos do petróleo fosse mantido no Brasil e usado para desenvolver nosso país. Isso aconteceu por meio das parcerias com as universidades, escolas técnicas e outras instituições que ajudaram por exemplo, a desenvolver a tecnologia necessária para explorar o pré-sal, assim como também pela retomada da indústria naval brasileira que contou com a construção das plataformas que foram bancadas pelo governo no Brasil chegando a gerar mais 1,5 milhões de empregos simultaneamente na cadeia do Petróleo e com a construção de novas refinarias, ampliações das refinarias existentes e também com construção de polos petroquímicos. 

 Os erros, crimes de corrupção e quaisquer outros desvio que tenha sido cometido, em qualquer período, devem ser investigados e os culpados punidos, porém temos que ter clareza que a entrega do patrimônio e riquezas nacionais estão sendo feitas com a desculpa de que isso acontece para acabar com a corrupção e a ineficiência do estado e das estatais. Não podemos jamais compactuar com isso e teremos muitos desafios pela frente para lutar contra a Privatização da Petrobrás.

 Sabemos que a unidade na base do CE/PI foi tentada e que até poucos dias atrás alguns companheiros que estão nas duas chapas estavam juntos tentando fazer esse trabalho de unidade, porém não houve acordo em fazer uma divisão de mandato da presidência proposta pela chapa 1 para ser metade E&P e metade Lubnor, assim também como condicionantes colocadas por ambas as partes para que essa unidade fosse construída. Porém vemos que a atual diretoria do Sindipetro-CE/PI tem feito um excelente trabalho na defesa dos trabalhadores, seus direitos e que lutou assiduamente contra o Golpe e contras esses avanços da direita facistas, porém não temos como andar de mãos dados com membros do PSTU e "Bolsonaristas" nessa luta que ainda vamos travar pela frente, pelo simples fato de sabermos que os projetos de país que defendemos são diferentes.

 Reconhecemos também o trabalho desenvolvido pela Central Única dos Trabalhadores do Ceará que ajudou na construção da luta contra os cortes de direitos, contra a entrega do Pré-sal e contra a venda dos ativos.

 Viemos assim pedir que os companheiros filiados ao Sindipetro-CE/PI votem na Chapa 1 União e Luta, demonstrando que a luta se constrói com participação e trabalho.

 

Diretoria Colegiada do Sindipetro-NF

Rede Brasil Atual - "Aparentemente, a universidade não tem a importância que os políticos tanto propalam em período de eleição." Ao comentar a crise que se abateu sobre a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), com salários atrasados de professores e servidores e aulas suspensas, a professora de Relações Internacionais Mônica Leite revela "profunda decepção" com os governadores do estado. Por falta de pagamento, a universidade decidiu suspender o reinício do segundo semestre de 2016, previsto para esta segunda-feira (16). 

"Não é uma crise internacional. É uma crise de incompetência administrativa do atual governador – Luiz Fernando Pezão (PMDB) – e do antecedente – Sérgio Cabral, do mesmo partido –, que inclusive está preso por improbidade e corrupção. Desprezo à educação. Tem dinheiro para dar isenção fiscal a grandes empresas internacionais, mas não tem dinheiro para garantir uma obrigação básica do Estado, que é a educação?", questiona a professora.

Em entrevista à Rádio Brasil Atual na manhã de hoje (16), ela relata cenário de atraso no pagamento de salários dos professores, funcionários e terceirizados. Bolsas e verbas para pesquisa também não estão sendo pagas, assim como os fornecedores. "A universidade tem apenas dois elevadores funcionando, porque os ascensoristas são terceirizados. Não há sequer previsão para pagamento do último 13º. Há cortes de luz, de água. É assim que estão tratando a Uerj." 

Com cerca de 32 mil alunos, a Uerj possui sete campi espalhados pelo estado, e foi a primeira universidade do país a adotar o sistema de cotas raciais e para estudantes da rede pública. "Tem um alcance de inclusão social enorme", lembra a professora, que destaca a quinta colocação entre as melhores instituições do país, e a 11ª da América Latina, de acordo com o ranking Best Global Universities 2016. 

Mônica Leite reclama, ainda, de cortes no programa de incentivo Pró-ciência, e da diferença salarial de quase 50% em relação aos professores das universidades federais, com a não implementação do programa de dedicação exclusiva. 

Em protesto contra a atual situação, professores, servidores e membros de diversas entidades da sociedade civil, lançam uma Carta em Defesa da Uerj, endereçada ao presidente Michel Temer e ao governador Pezão, conclamando os agentes públicos a assumir suas responsabilidades.

Confira na íntegra:

Ao poder público estadual e federal – Carta em defesa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Para o Exmo. Sr. Presidente da República Michel Temer e Exmo Sr. Governador do Estado do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão

Nós, servidores da UERJ e demais membros da sociedade civil em seus diversos segmentos, denunciamos, com profunda indignação, a dramática situação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e solicitamos ao poder público que assuma o compromisso com o pleno funcionamento da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 

A UERJ é a 5ª melhor Universidade do Brasil e a 11ª da América Latina, de acordo com o ranking “Best Global Universities 2016”, aferido com base em indicadores que mensuram a performance nas áreas de pesquisa acadêmica, número de docentes premiados e reputação regional e global. 

Patrimônio científico e cultural do Rio de Janeiro, a UERJ firmou sua existência ao longo de 64 anos com avanços e inovações científico-acadêmicas que resultaram em 33 cursos de graduação, 54 de mestrado, 42 de doutorado, 142 de especialização, 623 projetos de extensão, intercâmbios e parcerias internacionais, e dois centros médicos de atendimento e pesquisa: Hospital Universitário Pedro Ernesto e Policlínica Piquet Carneiro - ambos com reconhecidas expertises em vários domínios das ciências médicas. Além do Colégio de Aplicação, que atende a estudantes nos níveis fundamental e médio.

Essas conquistas acadêmicas resultam do esforço conjunto de todos os segmentos da Universidade. Dentre esses esforços, destaque-se o programa Prociência, que permitiu à UERJ alcançar os atuais níveis de excelência. A UERJ é também pioneira em sua missão social ao ser precursora na implantação do sistema de cotas.

Todavia, somente em 2013 foi instituído, e de forma incompleta, o regime de dedicação exclusiva, existente há muito nas Universidades Federais. Além disso, há que se destacar a intolerável defasagem salarial frente à remuneração das Universidades Federais, resultado de 14 anos sem reajuste linear.

Neste momento, a UERJ enfrenta uma crise profunda e sem precedentes, agravada desde o final de 2015, quando o governo do Estado do Rio de Janeiro passou a submeter a Universidade a um progressivo abandono, um verdadeiro processo de sucateamento. A degradação tornou-se pública em fins de 2016, com a propalada falência do estado do Rio de Janeiro, que resultou na falta de pagamento do custeio da Universidade e dos salários de seus servidores. Submetida a condições inaceitáveis, a UERJ encontra-se paralisada. 

Conclamamos, portanto, o poder público, em suas diferentes esferas – estadual e federal-, a assumir sua responsabilidade pelo destino de 2.977 docentes altamente qualificados, 4.519 funcionários técnico-administrativos especializados e 32.220 estudantes, desta que é a 5ª melhor Universidade do Brasil

 No dia 11 de janeiro foi realizada a reunião da CIPA, no TECAB. Apesar de ter sido negado o acesso ao restaurante ao diretor do Sindipetro-NF, Claudio Nunes, que teve que ficar em jejum das 8h às 17h para conseguir participar de toda a reunião, o encontro foi considerado proveitoso, já que diversas demandas foram indicadas pelos trabalhadores, e o Sindipetro-NF tendo esse conhecimento pode tomar as providencias necessárias para solucionar os problemas, que estão atingindo diretamente os companheiros e companheiras.

 Dentre as principais demandas, está o problema da brigada privada. A Spring alertou que está na fase de estudo de rotas, pois agora um trabalhador da própria empresa ficará responsável pela condução da ambulância. A questão é que os funcionários da Spring ainda estão emitindo RAS, fazendo outros trabalhos de técnico de segurança, o que comprova que a Transpetro está agindo de má fé, indo em desacordo com a lei Estadual 7355, que diz que a brigada privada tem que ser dedicada e não pode realizar outras tarefas.

Essa é a terceira reunião da CIPA, na qual o sindicato alerta a empresa do problema e solicita que a mesma se adeque as leis, porém, todos os pedidos foram ignorados e agora o sindicato tomará as providências acionando os órgãos competentes.

Durante a reunião também foi constatado, que a equipe médica não está cumprindo o número mínimo de trabalhadores e mesmo assim a Petrobras está devolvendo pessoal a Transpetro. Essa atitude está em desacordo com o acordo coletivo e do Padrão de Resposta de Emergência – PRE, que define a composição mínima da equipe de saúde.

A CIPA e Sindicato também reforçam a cobrança da revisão do MD da avaliação das correntes líquidas (petróleo, condensado e derivados) de Benzeno, o que ainda não aconteceu. Vale lembrar que no MD de 2011/2012, feito junto com o ministério do trabalho, a empresa a poderia usar como referência, porém preferiu ignorar escrevendo um MD nada aceitável tendo como referência a saúde do trabalhador. Isso pode ser considerado uma forma de camuflar a medição de Benzeno.

Há ainda uma grande preocupação com relação a intoxicação referente a COS. Há relatos de trabalhadores desmaiando e passando mal por conta da intoxicação.

A empresa diz que criou um GT para avaliar o assunto, porém nenhum representante do Sindipetro-NF, nem da CIPA foram indicados para participar deste GT. Será enviado um oficio para o Sindipetro-NF participar do GT.

Mas, o Sindipetro-NF já entrou com uma denúncia no MPT e irá solicitar a parada das unidades do pré-sal até que seja solucionado o problema, A grande preocupação do Sindicato é evitar que ocorra algum acidente grave ou mesmo um óbito por conta da imprudência da empresa. 

Retrospectiva negociação do Termo Aditivo do ACT dos trabalhadores da Petrobras

 

2016:

01 de setembro | No dia em que o povo brasileiro acordou com o país refém de um golpe de Estado, a FUP e seus sindicatos deram início às negociações com a Petrobrás do Termo Aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2017, que foi renovado no ano passado em sua íntegra, após a vitoriosa greve de novembro. Os petroleiros reafirmaram que a empresa foi um instrumento para consolidação do golpe ao ter tido a sua imagem duramente atacada, com o objetivo de enfraquecê-la para que outras operadoras se apropriassem do Pré-Sal. FUP cobra respostas da Petrobrás para as principais pendências do ACT, como implementação do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR, retomada do Benefício Farmácia e recomposição dos efetivos. Em relação ao Termo Aditivo, os petroleiros apresentaram a proposta aprovada na 6ª Plenafup: reposição da inflação pelo ICV e  5% de ganho real.

16 de setembro | Em reunião com a Petrobrás, FUP rechaça a proposta de retirada de direitos e de congelamento de salários apresentada pela empresa, afirmando que é uma afronta aos petroleiros. Além de voltar atrás na implantação do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR, descumprindo categoricamente o ACT 2015/2017 pactuado na mesa de negociação e aprovado pela categoria, a Petrobrás propôs congelar o salário base, alterar a jornada de trabalho com redução de salário e reduzir direitos conquistados, como a remuneração das horas extras e o auxílio alimentação.

19 setembro | FUP indica rejeição da proposta da Petrobrás e aprovação da “Operação Para Pedro”, com cumprimento rigoroso de todos os itens de segurança operacional e denúncia de quem descumprir ou assediar os trabalhadores.

23 de setembro | A FUP encaminha à Petrobrás documento cobrando o agendamento de uma nova rodada de negociação do Termo Aditivo, respaldada pelo resultado das assembleias que começaram rejeitando por unanimidade a proposta apresentada pela empresa.

26 de setembro | Assembleias aprovam estado de greve e a “Operação Para Pedro” e rejeitam por unanimidade a proposta da Petrobrás.

29 de setembro |  Petroleiros iniciam “Operação Para Pedro”, enquanto a FUP volta a se reunir com a Petrobrás para cobrar uma nova proposta para o Termo Aditivo, deixando claro que o descumprimento do acordo de implantação do ATS na Fafen-PR coloca em xeque a legitimidade dos processos de negociação. As direções sindicais também deixam claro que o que está em negociação nesta campanha são somente as cláusulas econômicas do Acordo Coletivo. Horas extras, jornada de trabalho e outras questões que a empresa queira discutir devem ser tratadas nas comissões de negociação permanentes, como determina o ACT. A FUP também reitera que a categoria não aceitará acordos diferenciados e que é inadmissível qualquer proposta econômica abaixo da inflação. 

13 de outubro |  FUP participa de reunião específica com a Petrobrás para tratar do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR, mas não há avanços por parte da empresa, que continua tentando justificar a quebra do compromisso firmado com a categoria.

19 de outubro | Em nova rodada de negociação, a empresa propõe 6% de reajuste e mantém as demais propostas de redução de direitos. Os petroleiros voltam a afirmar que é inadmissível qualquer proposta econômica que não reponha sequer a inflação do período e que questões como horas extras e jornada de trabalho não são objeto da negociação do Termo Aditivo. A Petrobrás, no entanto, insiste repetir o mesmo receituário dos anos 90, que resultou em redução drástica de efetivos e de salários, cortes de direitos e uma política de desmonte que quase reduziu a empresa a pó.

24 de outubro | Conselho Deliberativo da FUP afirma que proposta apresentada pela Petrobrás já nasceu morta. Além de sacrificar os trabalhadores com arrocho salarial e redução de direitos, a gestão Pedro Parente insiste em descumprir os acordos firmados com a categoria. O indicativo é de rejeição da proposta e aprovação de um amplo calendário de mobilizações, com paralisações, bloqueios de embarque, atrasos nos expedientes e intensificação da “Operação Para Pedro”.

31 de outubro | A segunda proposta apresentada pela Petrobrás para o Termo Aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT 2015-2017) é rejeitada praticamente por unanimidade em todas as bases da FUP.

7 de novembro | Em Seminário Nacional de Greve, petroleiros debatem novas formas de mobilização para barrar retrocesso na Petrobrás. 

9 de novembro | Conselho Deliberativo aponta que a FUP só deve negociar com a Petrobrás o Termo Aditivo, que trata unicamente das cláusulas econômicas, pois todas as demais têm validade de dois anos. Propostas relacionadas à hora extra, jornada de trabalho ou qualquer outro item do ACT devem ser remetidas para as Comissões de Negociação, após o fechamento do acordo.

11 de novembro | Petroleiros de vários estados do país participam do Dia Nacional de Paralisação convocado pelas centrais sindicais em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Conforme indicativo da FUP aprovado nas assembleias, a categoria intensifica as mobilizações contra a privatização da Petrobrás, redução de efetivos, corte de direitos e arrocho de salários.

17 de novembro | Em mais uma rodada de negociação, a Petrobrás insiste em descumprir o acordo para implantação do ATS na Fafen-PR e continua propondo mudanças em cláusulas do ACT que não são objeto da negociação do Termo Aditivo. Em nova proposta econômica, a empresa mantém 6% de reajuste retroativo a setembro e acena com mais 2,8% em março de 2017, sem retroatividade.

18 de novembro | Conselho Deliberativo da FUP afirma que nova proposta da Petrobrás já nasceu morta, pois provoca os trabalhadores com arrocho salarial e redução de direitos, além de insistir em descumprir acordos firmados com a categoria. O encaminhamento é que a FUP continue cobrando da Petrobrás o cumprimento do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR e, após solucionada essa pendência, restabeleça o processo de negociação do Termo Aditivo.

29 de novembro | Em reunião com a FUP, a Petrobrás apresenta nova proposta para o Termo Aditivo, mantendo 6% de reajuste no salário básico e na RMNR, e 2,8% em fevereiro, sem retroatividade.  A novidade é a antecipação do pagamento da primeira parcela do 13º salário para 10 de janeiro de 2017 e a retirada da proposta de redução da remuneração das Horas Extras. A empresa, no entanto, continua insistindo na redução de jornada com redução de salário e faz uma proposta vaga, de “envidar esforços necessários junto à diretoria da Araucária Nitrogenados” para que aprove em assembleia geral extraordinária a implantação do anuênio para os trabalhadores da Fafen-PR, condicionado à retirada de ações que cobram o cumprimento do acordo.

01 de dezembro | Na avaliação do Conselho Deliberativo da FUP, a proposta da Petrobrás é um cheque em branco e determina que só seja submetida qualquer proposta para avaliação da categoria, após a diretoria da Araucária Nitrogenados aprovar, sem condicionantes, o acordo de implementação do ATS da Fafen-PR, e, além disso, a Petrobrás remeter para a Comissão de Regimes sua proposição de reduzir jornada com redução de salários. Foi também definido prazo até o dia 07 de dezembro para que a Petrobrás se posicione.

13 de dezembro | Diante da insistência da Petrobrás em descumprir os acordos firmados com a categoria, o Conselho Deliberativo da FUP indica rejeição da proposta da empresa e paralisações a partir do dia 23 de dezembro.

22 de dezembro | Petrobrás protocola pedido de mediação no Tribunal Superior do Trabalho. Jogo combinado e preparado para ser encenado, na tentativa de impor um acordo rebaixado aos trabalhadores. FUP não aceita a mediação.

23 de dezembro | Resultado das assembleias indica aprovação massiva dos indicativos da FUP e petroleiros iniciam paralisações em diversas bases por nenhum direito a menos e contra o desmonte da Petrobrás. 

24 de dezembro | Paralisações se ampliam e várias bases seguem em greve durante o Natal, deixando as gerências e os pelegos em polvorosa.

26 de dezembro | FUP suspende o movimento para avaliação das direções sindicais e das bases, reiterando a importância que essa greve teve ao demostrar para os gestores que a categoria é de luta e não abrirá mão de seus direitos, nem da defesa da Petrobrás.

2017

04 de janeiro  | Conselho Deliberativo da FUP indica retomada das negociações com a Petrobrás, na busca da prorrogação do atual Acordo Coletivo até 31 de agosto de 2018 e o fechamento do Termo Aditivo de forma a garantir a reposição da inflação, o cumprimento do ATS na Fafen-PR e a retirada da proposta de redução de jornada com redução de salário para que seja debatida na Comissão de Regime de Trabalho. 

5 de janeiro  |  FUP apresenta as deliberações à Gerência de RH da Petrobrás.

13 de janeiro  | Petrobrás agenda reunião com a FUP para o dia 18 de janeiro

Empresa faz negociação com a Petrobrás para comprar a Refinaria

Sindipetro-BA - Uma grande manifestação do Sindipetro Bahia e de trabalhadores próprios e terceirizados da Refinaria Landulpho Alves, do Temadre e da Termoelétrica Celso Furtado, além da coordenação e direção da FUP e da CUT, mudou nesta segunda-feira, 16/01, os planos de diretores da empresa francesa multinacional Total, que tinham visita agendada na Rlam. 

O ato, que aconteceu no Trevo da Resistência foi contra o Desmonte e Privatização do Sistema Petrobrás e teve o objetivo de informar, denunciar e protestar contra a entrega das Termelétricas Celso Furtado e Rômulo Almeida, Terminal Marítimo de Madre de Deus e Refinaria Landulpho Alves à Total.

Antes da concretização da venda, os empresários queriam conhecer de forma mais detalhada o parque de refino da Petrobrás na Bahia. Mas a visita teve de ser adiada.

O Sindipetro Bahia já havia anunciado em primeira mão os rumores de que seriam oferecidos mais de 50% das ações da refinaria quando ela tiver com o seu capital aberto, fazendo parte do pacote,  todo o sistema logístico da Rlam (Terminal de Madre de Deus, tubovias, etc).

Em matéria publicada no jornal Valor Econômico, no dia 05/01, a Petrobrás desmentiu o Sindipetro afirmando que a informação da venda dessas ações não procedia.

Se não procede o que justifica a visita da diretoria da Total à Rlam? O fato, de acordo com o coordenador do Sindipetro Bahia e ex-conselheiro do CA da Petrobrás, Deyvid Bacelar, é que as negociações já estão à pleno vapor e os trabalhadores, juntamente com o sindicato, também já se movimentam contra essa decisão que faz parte do plano de desmonte do Sistema Petrobrás.

Segundo Deyvid, que também é lotado na Rlam desde 2006, a categoria petroleira está revoltada com a forma de agir da atual gestão da companhia “sempre prejudicando o trabalhador e sem levar em conta o interesse público e o desenvolvimento do país”.  

Durante a mobilização, os dirigentes sindicais abordaram o processo de privatização e suas consequências para os trabalhadores próprios e terceirizados da região, bem como  o golpe de Estado e suas consequências, as suas faturas que já estão sendo pagas aos seus financiadores, como a privatização do Sistema Petrobrás e a destruição das empresas nacionais de engenharia para favorecimento do capital internacional, gerando lucros, emprego e renda para outros países.

A Total, de origem francesa, já adquiriu 50% das ações das termoelétricas Celso Furtado e Rômulo Almeida e vai compartilhar o uso do Terminal de Regaseificação na Bahia. Em sua página na internet, a empresa  fala sobre o potencial do Brasil, das suas reservas de óleo e gás, do pré-sal e da sua pretensão de ampliar os negócios nesse país, onde atua também nas áreas de refino, gás natural e energia renovável.

 Eles têm visão de futuro e se aproveitam da liquidação que acontece hoje no Brasil. Mas levando em conta o ânimo da categoria petroleira, as negociações não serão tranquilas, o coordenador do Sindipetro Bahia avisa: “haverá reação”!

CUT - Na primeira agenda pública de 2017, o presidente da CUT, Vagner Freitas, convocou a classe trabalhadora a enfrentar as retiradas de direitos que o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) está tentando implementar com apoio do Congresso Nacional.

Em Brasília para participar da abertura do 33º Congresso Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que aconteceu na tarde desta quinta-feira (12), Freitas afirmou que não será possível nenhum entendimento com os políticos que organizaram o golpe de estado no Brasil, “precisamos tirá-los do poder, restituir a democracia e fazer eleições diretas ainda em 2017 para o país voltar a crescer”.

Freitas elogiou a iniciativa da CNTE em realizar o congresso logo em janeiro, para impulsionar a luta pela resistência. Segundo ele, a educação é o ramo que mais se organizou ao longo de 2016 para combater este governo. “Temos que valorizar as conquistas adquiridas com muito esforço e não podemos permitir que elas sejam retiradas. Não podemos, ainda, permitir que eles enganem nossa base com campanhas de televisão para dizer que a reforma da previdência e a PEC 55 são boas.”

A bandeira  “Fora Temer com Diretas Já e nenhum direito a menos, contra a reforma da previdência e trabalhista”, será a principal agenda da Central para este ano, enfatizou Freitas. Para ele, 2017 será pior que o ano passado, pois o golpe jurídico-parlamentar que contou com total apoio da mídia precisa ser concluído. “A direita neoliberal perdeu a paciência de conviver com a democracia e o direito dos trabalhadores. Por isso querem nos enfrentar, nos excluir e aniquilar. Esse governo não tem legitimidade para tratar da agenda do povo brasileiro e nós precisamos retirá-los do poder.”

Cerca de 2.500 representantes da Educação do Brasil e de diversos países permanecem reunidos  até domingo (15), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, no 33º Congresso Nacional da CNTE. Entre os principais assuntos do encontro estão as conjunturas internacional e nacional, as políticas educacional e sindical, o balanço político, as políticas permanentes e o plano de lutas da categoria.

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